Cuidados com seu cão no Verão





O Verão está ai, e assim como os humanos os cães também sentem e sofrem com o calor da estação. 
Como donos responsável precisamos ter cuidados para que nosso melhor amigo possa aproveitar os belos dias de sol sem ter problemas por conta disso. 


Listamos os principais cuidados que devemos ter com nosso cães nesses dias de calor.

Atenção aos horários do passeio: Pegar sol para os cães é ótimo, é uma das necessidades básicas do nossos amigos, mas cuidado com os horários que o sol está mais forte
entre 10:00h e 16:00h, neste horário se for passear ou brincar, faça uma atividade mais curta. Se você perceber que seu cãozinho está deitando, se escondendo na sombra ou
ofegante demais, interrompa a atividade e ofereça água fresca imediatamente.
Chão Quente: Nossos amigos “normalmente” não usam tênis como nós. Nos dias muito quentes os pisos de alvenaria ou asfálticos, que ficam exposto ao sol, esquentam muito e
pode machucar as almofadinhas dos nossos amigos. Teste você mesmo, com o tato, se o piso por onde vocês vão passear está adequando ou procure um caminho gramadinho
ou na sombra.
Água Fresca: Água sempre fresca!!! Assim como nós, os cães perdem líquidos e precisa se hidratar. Deixar água a vontade é muito importante, além disso devemos prestar
atenção onde deixamos a água, se exposta ao sol, vai esquentar rapidamente e água morna ou quente é um verdadeiro veneno para nossos amigos. Troque a água várias vezes
ao dia para garantir que ela esteja fresca. E no passeio interrompa algumas vezes e ofereça uma aguinha, ele vai adorar e aproveitar melhor o passeio.
Deixar Cão no Carro: NUNCA!!!!!  Os cães precisam de ar fresco, pois através da respiração eles transpiram. No carro além do calor proporcionado pelo sol a respiração do cão faz esquentar ainda mais. Não deixe seu cão no carro, mesmo na sombra. A não ser que esteja com alguém dentro do carro junto! se não poder ser assim é melhor deixá-lo em casa com certeza.

Sombra a Disposição: A exposição excessiva ao sol é prejudicial para os cães, então veja se ele tem uma sombrinha a disposição, uma árvore, uma tenda, ou deixe a por,ta da
casa aberta para que ele possa entrar e se protejer do sol. Os cães não são bobos, quando as coisas esquentam eles também procuram uma sombrinha, é comum ver eles
tentando se refrescar deitando no piso cerâmico geladinho.
Banho e Secagem: Não use água quente nem secador muito quente, use água morninha ou temperatura ambiente, e o secador manere na temperatura.
Roupas e Acessórios: No calor não é necessário usar roupinhas ou acessórios, mas se você gosta realmente de usar algo para incremetar o visual do seu cãozinho tente um boné
ou chapéu.
Ar-Condicionado  pode esconder um perigo: Para quem tem cão dentro de casa e usa o ar-condicionado não esqueca de verificar se o aparelho está limpo, pois a sujeira no
ar-condicionado pode fazer mal para os nossos amigos. Se for filhotinho ainda, evite o ar, pois ele pode pegar uma pneumonia, nesse caso de preferência ao ventilador.
Pelo Curto e Pele Branca: Os cães de pelagem rala, “pelados” ou de pela clara pode ser afetado pelo sol, pergunte ao veterinário sobre o uso do protetor solar específico para
cães. Cuidado especial para a área do focinho onde pode queimar ao sol.
Não esqueça, com filhotinhos o cuidado é redobrado porque eles são muito mais sensíveis que os adultos. E aproveitem o verão com o seu dog.


Cuidados com seu cão no inverno!




Quando a temperatura começa a baixar, não são só os humanos que sentem frio, os animais também. Os mais afetados são os de pelagem curta. Algumas raças, como o Husky Siberiano, o Malamute do Alaska e o São Bernardo, possuem características que os fazem mais resistentes ao frio (subpêlo e maior camada de gordura sob a pele).


Podemos observar que no frio, algumas doenças aparecem com maior freqüência.
Assim, devemos preparar nossos animais para o inverno.


O cão pode apresentar sinais clínicos que lembram muito o resfriado humano, como tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza. Damos o nome a esse quadro de traqueobronquite ou "tosse dos canis". Essa doença pode aparecer em qualquer época do ano, porém, há uma maior predisposição nos meses frios, pela baixa temperatura.


A doença pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos e é altamente contagiosa entre os cães através do contato direto entre os animais.
Além das doenças respiratórias, os animais idosos com problemas osteoarticulares como artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, passam a sentir mais dor quando expostos a baixas temperaturas.


Choques de temperatura, como dar banho, secar o cão com secador (em casa ou pet shop) e sair em seguida com ele na rua, será prejudicial, seja ele jovem ou não.
Aconselha-se tomar os seguintes cuidados no inverno:



  •   Evitar banhos em dias muito frios e diminuir a freqüência de banhos no inverno ; - Manter a pelagem do animal mais comprida no inverno, evitando tosas muito baixas;
  • Colocar uma roupa no cão de pelagem curta, caso ele se ressinta muito do frio.
  • Existem animais que tremem de frio exageradamente! Cães grandes e gatos não toleram roupas;
  • Não deixar brincar no jardim nos dias muito frios ou chuvosos, no inverno;
  • Vacinar seu cão anualmente contra a traqueobronquite, se ele freqüenta locais com outros animais (pet shops, hotéis para cães, exposições);
  • _ Quando der banho em seu cão, use água morna e seque-o bem. Não deixe que ele saia na rua, no mínimo por 30 minutos após o banho. Isso vale, principalmente, para cães que tomam banho em pet shop, pois o secador é extremamente quente e haverá um choque de temperatura se ele sair no frio;
  • Levar seu cão para passear na rua nos horários mais quentes do dia (das 11h às 15h);

_ Aumentar em 20 a 30% o alimento do seu cão no inverno. Isso não vale para cães e gatos obesos, sem atividade ou com grande tendência a ganhar peso.


Todo animal tem direito a um abrigo no inverno. Na natureza, os cães selvagens podem se abrigar em tocas durante o frio.
Providenciar uma casinha para seu animal, caso ele viva em um quintal, ou deixá-lo preso num local abrigado como uma garagem, lavanderia, ou mesmo dentro de casa, quando a temperatura estiver muito baixa. Assim, quando você estiver quentinho, embaixo dos cobertores, poderá dormir tranqüilo, com a certeza que seu cão não está passando frio!


Roupas
Algumas pessoas questionam sobre o uso de roupinhas em cães: é necessário ou trata-se apenas de um "luxo" dos donos?
O cão possui uma camada de pêlos que o aquece nos dias mais frios. Algumas raças possuem duas camadas de pêlo, além de uma grossa camada de gordura sob a pele. Para esses cães, o frio não é problema e a roupa é dispensável. No entanto, as raças de pelagem curta e até mesmo raças com pêlos mais longos, mas que não possuem adaptação para o frio, sofrem com temperaturas baixas. Nesse caso, a roupinha é necessária para aquecer o animal e não é apenas um luxo do dono.


Na natureza, os cães selvagens e lobos têm as tocas para se abrigarem e dormem uns próximos aos outros para se aquecerem no frio. Além disso, estão naturalmente adaptados às baixas temperaturas, o que não ocorre com muitas das raças de cães criadas pelo homem.
O uso de capinhas de chuva pode parecer um grande supérfluo para alguns, no entanto, animais idosos e/ou com alterações de coluna, podem ter problemas ao se molharem nos dias frios e chuvosos. Isso sem contar com o odor da pelagem, o conhecido "cheiro de cachorro molhado"... Assim, se o cão tomar chuva, deve ser seco para não cheirar mal.


Em países com temperaturas muito baixas no inverno, o uso de botinhas evita que os cães queimem as patas na neve e no sal que é jogado sobre ela. Nesse caso, há necessidade para o uso desse acessório.
Mas, devemos ter em mente que a roupa pode ser um grande incômodo para nossos amigos, quando o seu uso não passa de uma tentativa do dono de "humanizar" o animal.
No mercado, existem todos os tipos de acessórios, de bonés e gravatas a fantasias para cães.
O exagero pode ridicularizar o animal; use em seu animal apenas o que é necessário (para aquecê-lo no inverno, por exemplo) e cuidado para não ridicularizá-lo. O que pode parecer "bonitinho" para você, pode ser detestável para ele. Não insista se o cão não quiser usar a roupinha, mesmo que seja contra o frio. Dê-lhe o direito de escolher o seu próprio "guarda-roupa". Roupas de lã podem agravar o quadro de animais alérgicos e provocar muitos nós nos pêlos de raças de pelagem longa . Roupas em gatos, nem pensar. Os bichanos são espertos e procuram lugares quentes no inverno. Detestam roupas ou qualquer outro acessório.

Os animais e o Chocolate



O chocolate é muito popular como guloseima para os animais. A maior parte das pessoas adora chocolate e muitos dos cães também. No entanto o chocolate não deve ser dado a animais. O chocolate contem um alcalóide chamado Teobromina. Este é um produto que sendo usado como um diurético , estimulante do coração ou como vasodilatador, pode ser venenoso em excesso. Certamente o cão teria que comer uma quantidade enorme do chocolate para ficar intoxicado, perguntam muitos donos? Não necessariamente.


As doses tóxicos são indicadas em cerca de 100 mg/kg sendo fatais perto das 200 mg/kg. A quantidade de teobromina no chocolate depende do tipo de chocolate. O chocolate de culinária e o chocolate preto amargo contêm entre 15-20 mg/grama visto que o chocolate de leite popular contem somente aproximadamente 1,5 mg/grama. Assim um Pinscher pequeno que pesa somente 2a 4 quilos teria que comer uma quantidade ínfima de chocolate para evidenciar potenciais sinais de envenenamento. Mesmo um cão com o tamanho de um Labrador poderia morrer se comesse 200 gramas de chocolate de culinária . No outro extremo da escala encontra-se o chocolate branco que é menos tóxico.


Quais são os sinais de envenenamento por chocolate?


Dependendo da quantidade comida realmente e do estado de saúde do cão, às vezes nenhum sinal é aparente e o cão será encontrado com uma falha cardíaca. Isto é provável de acontecer em cães mais velhos com problemas cardiacos. Os sinais habituais são :


Excitação e nervosismo
Vómitos e diarreia
Beber muita água
Espasmo


Que fazer?


Se tiver alguma suspeita que seu cão comeu uma quantidade excessiva do chocolate, contacte o seu médico veterinário sem demora . Como logo os sinais ocorrem? Outra vez, depende em cima da quantidade de teobromina ingerida . Um dos problemas com envenenamento por chocolate é que os sinais demoram a surgir frequentemente por mais de 12 horas. Um outro problema é que a teobromina uma vez absorvida pode às vezes permanecer activa no corpo por sobre 24 horas antes de ser eliminada. A morte na sequência de ingestão de doses fatais de doses fatais ocorre tipicamente aproximadamente 24 horas mais tarde.
Mesmo sem mostrar nenhuns sinais é essencial que o cão esteja mantido sob a observação próxima pelo menos 24 horas para verificação de algum sintoma anómalo.
Os cães são os mais afectados devido a gostarem muito desta guloseima. No entanto os gatos também podem ser afectados por ingestão de chocolate.


Mon Amour Megan