Shih Tzu, Eis a Questão!


Por que ter?
  • Por ser dócil com todo mundo;
  • Por ter um temperamento incrível;
  • Por que é ótimo com crianças;
  • Por ser pequeno e não dar muito trabalho;
  • Por ser sociável e silencioso;
  • Por caber em áreas pequenas e ser fácil de transportar;
  • Por a maioria de seus problemas tem fácil solução;
  • Por que é econômico em relação á alimentação;
  • Por ser longevo (vive bastante , + ou - 14 anos);
  • Por não ser sujeito a muitos males graves;
  • Por ser comedido: não late muito nem é ativo demais.
  • Por ser divertido e brincalhão;Por ser fácil de lidar;
  • Por ser muito amável;
  • Por viver muito bem em apartamento;
  • Por não exigir exercícios;
  • Por não ter ciúmes do dono;
  • Por não ser um possessivo;
  • Por não eleger um só lider;
  • E por fim, por te amarem incondicionalmente!!!
Quem não deve ter?
  • Quem não tem paciência de cuidar da pelagem.
  • Quem quer um cachorro para acompanhar em atividades físicas.
Eles são tudo de bom mesmo! Apenas a pelagem que pede cuidados se quiser mantê-la longa, mas caso você ame shih tzus e não tem tempo e nem paciência para cuidar dos pêlos eu aconselho a fazer a tosa puppy. Fora isso ,eles serão seu companheirinho para sempre!

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A Chegada de um novo filhote!


Não há como prever como um cão vai reagir à chegada de seu novo parceiro canino. E esta imprevisibilidade costuma deixar muitos candidatos ao segundo cão bastante ansiosos Será que ele vai sofrer muito? Será que um dia irá me “perdoar”? Ele pode ficar doente? O medo sempre aparece: se o filhote é muito menor que o adulto, temos medo do adulto ferir gravemente o filhote; se o filhote é de raça de grande e o adulto pequeno, morremos de medo do filhote não perceber sua força, e machucar o adulto. Enfim…O que pode acontecer? O que é normal? O que pode ser considerado fora dos limites?


A primeira coisa a salientar aqui é que os cães nasceram para viver em grupos, sejam eles compostos de humanos, caninos, ou dos dois. Por isso mesmo na grande maioria das vezes todos se ajeitam. Porém esta fase de adaptação pode ocorrer de forma bem diferente do que imaginamos. E isso acontece por que esperamos que os cães tenham atitudes típicas dos humanos, e não dos caninos. Daí, muitas atitudes normais na linguagem canina nos parecem tremendamente agressivas.


Vamos analisar as coisas do ponto de vista deste cão que se vê tendo que dividir um território que até então era só dele. De repente há um filhote cheio de energia, que rouba a atenção de todos. O cão adulto deixa de ser mais um membro da matilha humana, e começa a fazer parte de uma matilha canina. E como tal, precisa impor limites ao filhote, para mostrar que eles são muito diferentes, que o filhote lhe deve respeito, e não pode esperar que este brinque com ele como os demais irmãos de ninhada.


Ora, na linguagem canina estas mensagens são transmitidas através de rosnados, latidos, e pressionando os dentes sobre o focinho do filhote. Muitas vezes também o adulto ignora o filhote. Tudo isso deve ser permitido e tolerado, por mais que nos pareça cruel. É importantíssimo que possamos permitir que o adulto estabeleça ordem entre eles. Só assim eles poderão formar de fato uma matilha, e viver harmonicamente.


Em situações normais, não acontecem agressões físicas, ficando tudo no nível da ameaça. Porém, obviamente ter cães de tamanhos muito distintos não é muito recomendável. Muitas vezes o cão grande pode machucar gravemente o cão pequeno, mesmo que a intenção original não seja essa. Ainda assim, se o cão pequeno for o mais velho, não se assunte se ele dominar o filhote, mesmo que este seja 10 vezes maior que ele. Não é o tamanho que define a liderança, é o temperamento.


Na maioria das vezes em que há maiores confusões, elas são causadas pela interferência humana. No ímpeto de proteger o “pobre filhotinho” os humanos acabam privilegiando o filhote, mimando-o, e brigando com o cão adulto por “ser tão cruel”. Com esta atitude só conseguimos passar a mensagem de que o líder não é o cão adulto, o que faz com que este se veja na obrigação de mostra-nos mais claramente de que o líder é ele. Como ele faz isso? Atacando o filhote, mostrando que ele é o mais forte.


Deixe que eles se entendam livremente. Gradualmente o filhote vai aprendendo como deve se comportar com o outro, e as coisa vão entrando no eixos. É assim que deve ser!


Como fazer as apresentações:


Se você puder, leve os dois cães a um “território neutro”. Desta forma o adulto não irá encarar o filhote como um intruso. O que facilitará bastante o contato entre eles.
Para ajudar no entrosamento deles, pegue um pano velho e esfregue no corpo do filhote. Então coloque este pano debaixo do prato de comida do cão adulto. Assim o adulto irá associar o cheiro do outro a uma experiência muito prazerosa, e diretamente ligada a sua sobrevivência. O que também irá facilitar muito a aceitação do filhote.
Se a opção acima não for possível, uma boa alternativa é colocá-lo em cômodos separados por uma porta (fechada). Eles não poderão se ver, pois o contato visual muitas vezes pode ser muito ameaçador, porém eles poderão sentir o cheiro um do outro pelo vão embaixo da porta. O que para os caninos é um ótimo cartão de visitas. Não tenha pressa! Deixe que eles sintam o cheiro do outro tranqüilamente, sem apressá-los. Quando perceber que eles estão bastante relaxados, abra porta de vagar para que haja um contato visual.


Outras Dicas

Brinque muito com o cão adulto, principalmente quando o filhote estiver por perto. Mostre que o lugar dele no seu coração continua intacto. Saia freqüentemente para passear só com ele, para que ele possa ter algum tempo sozinho com você.
Se seu cão adulto nunca demonstrou qualquer distúrbio de comportamento, não há motivo para acreditar que começaria a demonstrar a partir desta mudança em sua vida. A chegada do novo cão não seria motivo para vir à tona um possível comportamento perverso enrustido. Se você conhece seu cão, e ele não tem características agressivas, tudo terminará muito bem.
Lembre-se sempre de respeitar a hierarquia da matilha, e cumprimente SEMPRE o adulto primeiro. Da mesma forma ele deve ser alimentado em primeiro lugar.
Não trate nenhum dos dois como coitadinhos, fazendo concessões a eles. Não há nada de penoso nesta relação, e quanto mais claros forem os limitem que VOCÊ impuser a eles, mais rapidamente as coisas se ajeitarão entre todos.


As brincadeiras entre cães costumam ser bastante agressivas. Quase sempre elas envolvem lutas ou perseguições. É desta forme que o filhote desenvolve suas habilidades para tais atividades, e os cães costumam se distrair muito desta forma. Portanto, a menos que haja uma situação clara de agressão, nenhuma atitude deve ser tomada.
O mais importante:


Não sofra cada vez que o adulto rosnar para o filhote. Ele está te ajudando a educa-lo!
Fonte: DogTimes

Pedigree Azul e Pedigree Verde

Pesquisando na internet sobre o tal "pedigree verde" acabei achando uma  discussão no orkut bem interessante, achei super esclarecedor!
Selecionei alguns fragmentos dessa discussão e adicionei aqui! ( só não consegui ver o autor pq não faço parte do grupo em questão)

Pedigree Azul - O pedigre é um documento no qual traz o registro de três gerações de ancestrais de um cão. É uma certidão emitida pelo Kennel Clube, órgão normalmente

vinculado a uma das três entidades cinófilas que atuam no Brasil, que são: a CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia), a mais atuante e a mais tradicional, com sede
no Rio de Janeiro(RJ); é a primeira e opera há mais de oitenta anos ininterruptamente. É a única oficialmente reconhecida internacionalmente pelos países membros da Federação Cinológica Internacional (FCI), que tem sede na Bélgica.

No PEDIGREE, temos, além dos dados diretamente ligados ao cão em questão (nome, data de nascimento, RG, raça, cor, variedade), temos a árvore genealógica, contento os pais, avós e bisavós, com seus respectivos RG's, e, em alguns casos, a variedade e/ou a cor.

Então, o filhote SÓ PODERÁ TER PEDIGREE, se tivermos os dados referentes - ou seja, se sabemos quem são seus pais, avós e bisavós. Por lógica, se os pais têm pedigree, temos esses dados, então o fihote terá pedigree também.

Esse PEDIGREE (e é o único documento que pode ser chamado assim), na CBKC, é AZUL. Daí a expressão "meu cão tem Pedigree Azul".

A ACB(Associação Cinológica do Brasil), com sede em São Paulo(SP), é uma dissidência da CBKC que ocorreu nos anos oitenta e que hoje atua como cartório de registro. E a SOBRACI (Sociedade Brasileira de Cinofilia), com sede em Sorocaba(SP), entidade criada por criadores descontentes com o sistema vigente no Brasil e que possui reconhecimento de entidades cinófilas internacionais não ligadas a FCI da Bélgica.

O pedigree normalmente é emitido para filhos de cães portadores de pedigree (pai e mãe), oficialmente é chamado de Certificado de Registro de Origem, e é originado através de informações repassadas pelo criador, dono da fêmea, mãe da ninhada, a qual também é registrada no sistema. (seja CBKC, ACB ou SOBRACI).


Pedigree Verde - Não é possível a emissão de um certificado de registro de origem para um cachorro que não possua pedigree; a estes cães é possibilitado a emissão de um Certificado de Pureza Racial (CPR), e atesta apenas que aquele indivíduo é um cão de raça pura. Neste documento não consta árvore genealógica, porém dá direito aos filhotes descendentes (filhos destes cães com Certificado de Pureza Racial), serem registrados e receberem pedigree.
Cada entidade cinófila tem sua regra para a emissão do CPR. Aos interessados em possuir o CPR, o qual chamamos popularmente de pedigree inicial para seu cachorro, é necessário procurar as entidades cinófilas e consulta´-los sobre os procedimentos.

Normalmente os pedigrees verdes vem de quando os cães tem algum ascendente registrados em clubes não filiados a FCI. Isso acontece muito em border collies de linhagem de trabalho, que são registrados pela ISDS (International Sheep Dog Society) ou ABCA (American Border Collie Association) e quando são nacionalizados pela CBKC, viram verdes. Parece que demora algumas gerações para que o pedigree descendentes de cães de pedigree verde fique azul.

Em tempo: o pedigree verde tb é comum nas raças que estão em desenvolvimento (digamos assim).

Agora, e se falta algum desses dados? Então vamos ver num caso fictício - temos um Bulldogue Campeiro, raça ainda em formação, que tem todas as características da raça, que parece interessante para formar parte do plantel nacional, mas dito cão não tem pedigree nem temos notícias sobre os seus ascendente. O que se faz? Então se submete o cão a um exame, durante uma exposição oficial, e se tira o RI, ou seja o REGISTRO INICIAL.

Esse REGISTRO INICIAL - RI não é pedigree (nem pode, né?) Não traz nem o nome dos pais...), mas certifica aquilo que sabemos, ou seja, que o cão em questão tem todas as características da raça, no caso, Bulldogue Campeiro. Mas e os filhos dele? Bem, olhando pro filho, sabemos quem é o pai (que tem o tal RI) e, presumivelmente, quem é a mãe (presumindo que ésta tem Pedigree completo). Então a CBKC emite um documento conhecido por CPR - CERTIFICADO DE PUREZA RACIAL, onde consta o nome dos pais do cão.

Ou seja, o CPR testifica que o cão em questão (no caso, o filho do nosso cão inicial) é de raça pura, porque é filho de dois cães que possuem todas as características da raça. Isso se faz assim porque muitos mestiços saem com as características de um dos pais, mas passam as da mãe para os próprios filhos (ou o contrário, óbvio).

 Ok, mas, e os filhos destes CPR? (no caso, netos do nosso cão inicial) Estes terão também o CPR, constando, porém, os nomes dos pais e dos avós.

E os filhos destes, os bisnetos do nosso Bulldogue Campeiro lá do início? Agora sim teremos notícias até a quarta geração deles, não? Então agora, e somente agora, terão o Pedigree, com os nomes dos pais, avós e bisavós!Isso tem sentido se pensamos assim: podemos ter um mestiço “disfarçado”, ou seja, que se pareça a um dos pais, e passe por raça pura, não? Ok, mas, em 4 gerações as características da mestiçagem terão que aparecer! Se não aparecerem, então é porque o cão é realmente de raça pura!

Agora, as tais cores:

REGRISTRO INICIAL – RI – Nunca vi...
CERTIFICADO DE PUREZA RACIAL – CPR – a CBKC o emite na cor marrom.
PEDIGREE – azul.


Não dá para mensurar o valor desse pedigree.
Em sua maioria bons criadores não mantêm matrizes e padreadores com esse tipo de pedigree. Bons canis, respeitam as regras vigentes e possuem em seu plantel apenas cães com pedigree azul, que consequentemente também será fornecido aos filhotes, quando o registro da ninhada ocorrer.

Não é usual um bom criador aceitar uma cruza do seu padreador e/ou matriz com cães de pedigree verde.

0 pedigree sozinho não é garantia que o criador é bom. Mas TODO cachorro que vem de criador bom TEM pedigree, mas nem todo cachorro que tem pedigree vem de criador

Bom, Mas é o mínimo que um criador deve possuir em seu plantel... o criador que não possue realmente não há nem como protestar caso o filhote seja mestiço...


O que é leishmaniose?


A Leishmaniose canina é uma doença parasitária transmitida pela picada do mosquito infectado (fêmeas da espécie Lutzomia longipalpis - também conhecido por mosquito-palha). Trata-se é uma doença sistêmica grave, de curso lento e crônico. Trata-se de uma zoonose portanto merece sua importância na saúde pública
 
O calazar canino, do ponto de vista epidemiológico, é considerado mais importante que a doença humana, pois além de ser mais prevalente, apresenta um grande contingente de animais infectados com parasitismo cutâneo, que servem como fonte de infecção para os insetos vetores. Estas características tornam o cão doméstico o principal reservatório do parasito. Durante epidemias o homem também pode servir como reservatório do parasito, para a infecção do inseto vetor.
Sintomas:
  • Perda de peso e/ou falta de apetite
  • Apatia e debilidade
  • Seborréia, feridas que não cicatrizam
  • Crescimento rápido das unhas
  • Anemia
  • Inchaco dos ganglios
  • Insuficiencia Renal
  • Diarreias persistentes, vomitos
  • Lesoes Oculares (conjuntivites)
  • Hemorragia nasal (epistaxe)
  • Ferimentos ao redor dos olhos e na pele
Vale a pena lembrar que a grande maioria dos cães, 60% são assintomáticos
Como prevenir?
Pode-se prevenir a leishmaniose através na vacina, uso de coleiras apropriadas e repelentes a base de citronela de preferência. O flebótomo , o mosquito-palha, é um inseto bem pequeno e costuma se reproduzir em locais com muita matéria orgânica em decomposição. Portanto evitar acúmulos de lixo de casa é uma maneira contribuir para a saúde do meio ambiente e ao mesmo tempo evitar a proliferação dos mosquitos. Lembre-se lugar de lixo é no lixo
Controle da Doença:
A expansão da doença canina e seu potencial zoonótico levaram, por parte das autoridades sanitárias, o direcionamento do controle para a população canina, baseado no inquérito sorológico e sacrifício dos cães positivos. Com a argumentação de que a carência econômica existente no país aumenta o contingente de humanos susceptíveis, em decorrência principalmente da desnutrição e condições inadequadas de vida, o sacrifício dos cães tem sido nas últimas 4 décadas a base de controle adotada no Brasil. Esta prática é hoje inaceitável na Europa e cada vez mais contestada pelos proprietários de cães e pela comunidade de veterinários de pequenos animais, sobretudo pelo crescente número de publicações científicas sobre o tratamento canino.
Os esforços para o controle dos vetores são direcionados, principalmente para as formas adultas dos flebótomos, pois os criadouros da maioria das espécies são ainda desconhecidos. O uso de inseticidas residuais (DDT, fosforados e piretróides sintéticos) no interior das casas e abrigos de animais é considerado eficiente para reduzir a população peridoméstica dos flebótomos e conseqüentemente a transmissão parasitária. Entretanto o efeito é temporário e exige um programa contínuo. No Brasil as ações de controle do vetor foram sempre descontínuas por diversas razões. A liberação de verbas, a alocação e contratação de mão-de-obra dependem de decisões políticas orçamentárias. Os programas que são implementados não surtem o efeito esperado e como conseqüência ocorre a reinfestação dos ambientes e reaparecimento de casos humanos e caninos de calazar. Ainda não foram relatados, no Brasil, casos de resistência aos inseticidas comumente utilizados.
O conhecimento de que a doença canina não é uniformemente fatal e que alguns cães podem apresentar cura espontânea, levou a comunidade científica médico-veterinária à experimentação de tratamento dos animais. Os resultados obtidos conduziram a protocolos bem sucedidos já aplicados em alguns países. A OMS reconhece que a eutanásia dos cães infectados, na maioria dos países, se reserva cada vez mais para casos especiais, como resistência aos fármacos, recaídas repetidas ou situações epidemiológicas perigosas, pois a maioria dos veterinários preferem administrar um tratamento antileishmaniótico, acompanhando atentamente as recaídas.

Tratamento:
O tratamento do calazar canino é visto, no contexto do grande avanço de qualidade da assistência veterinária. As opções de protocolos distintos conferem aos pacientes grandes possibilidades de melhora clínica e menores índices de recidivas. Entretanto, são prolongados com o tempo tornam-se caros e em alguns casos são ineficientes.
A opção pelo tratamento de um cão com calazar deve considerar parâmetros ligados à condição clínica do paciente e a participação consciente do proprietário, os quais irão determinar os critérios de tratamento e sua viabilidade. O paciente deve ser avaliado pelo médico veterinário através de detalhado exame clínico e laboratorial, que inclui a confirmação do diagnóstico sorológico, com determinação do limite da diluição positiva e da presença do parasito em amostra de pele, punção de linfonodos e de medula óssea, através de técnicas citológicas ou histológicas. Exames complementares de hemograma, testes bioquímicos de função renal e hepática e perfil eletroforético das proteínas séricas, permitirão ao clínico prognosticar e decidir sobre a indicação do tratamento. Infecções concomitantes como babesiose, erlichiose, demodicose, escabiose, hepatozoonose, criptococose e dirofilariose devem ser consideradas a fim de se estabelecer a prioridade de tratamento entre as enfermidades diagnosticadas.
Confirmada a doença e apresentando o animal condições para execução do tratamento, é de suma importância o diálogo franco com seu proprietário. O esclarecimento detalhado sobre a doença, sua condição de enfermidade crônica e incurável, a necessidade de medidas profiláticas concomitantes ao tratamento e seus custos devem ser relatados. Entre os custos, incluem-se medicamentos, serviços veterinários e exames laboratoriais realizados trimestralmente.
A opção pelo tratamento só se dará mediante a confirmação da qualidade clínica do paciente associada ao compromisso do proprietário.
Escrito por: Sonia Faria
Médica Veterinária - CRMV-CE 1000 / UECE
Biotério Central da Universidade Federal do Ceará (BIOCEN - UFC)

Mon Amour Megan