Cães Idosos - Cuidados


Cuidados especiais na terceira idade

Antigamente era raro ver um cão realmente idoso nas ruas. Todavia, após anos de pesquisa veterinária, pode-se afirmar que, atualmente, 40% dos cães atinge facilmente a terceira idade, ou seja, vive mais de 7 anos. Entre os fatores decisivos para esse aumento da longevidade canina estão os melhores cuidados que os cães recebem de seus donos, a melhor assistência veterinária, alimentação balanceada e adequada aos estilos de vida dos cães e esquemas mais aprimorados e eficazes de vacinação.
Quando é que um cão é considerado idoso?

Tudo depende de seu tamanho. Os cães de raças menores tendem a envelhecer mais devagar, devido ao seu metabolismo. Neste casos, é comum que eles cheguem à terceira idade entre 9 e 13 anos. Ao passo que um cão de grande porte envelhece dos 6 aos 9 anos. Mas, de maneira geral, pode-se dizer que um cão começa a envelhecer aos 7 anos de idade.

A partir desta idade é preciso prestar atenção às mudanças de hábitos do seu velhinho. Elas podem indicar o início de problemas de saúde. E olhe que os cães são peritos em esconder dos donos o seu sofrimento! Nesta altura é conveniente visitar o veterinário não apenas uma vez ao ano para as vacinas, mas semestralmente, a fim de despistar qualquer um dos 5 problemas mais frequentes da terceira idade. Se você está achando muito, é só pensar que em média um ano humano equivale de 5 a 7 anos do cão... você consegue imaginar uma pessoa mais velha ficar 5 anos sem visitar um médico?

Quais são os principais problemas do cão idoso?

Entre outras, temos a insuficiência renal crônica, a insuficiência hepática, diabetes, câncer e insuficiência cardíaca. As primeiras podem ser diagnosticas por meio de exames de sangue e urina. O câncer, através de palpação ou radiografias e a insuficiência cardíaca é diagnostica através de auscultação, radiografia ou eletrocardiogramas. Portanto, se um cão idoso estiver doente e durante a consulta não for diagnosticada nenhuma dessas doenças já temos um bom sinal. O principal a saber é que, uma vez diagnosticadas precocemente, o tratamento será sempre mais eficaz.
Novas descobertas

Em termos de nutrição, sabe-se que no cão idoso o metabolismo basal e a massa muscular diminui, bem como as necessidades energéticas. Todavia, uma das descobertas mais surpreendentes é a maior necessidade de proteína na dieta dos cães a fim de preservar sua massa muscular. Essa descoberta é exatamente oposta à crença que havia até então, de que os cães mais velhos deveriam receber menos proteína e que seu excesso poderia ser prejudicial ao estado geral do cão, e especialmente prejudicial ao fígado e aos rins.

Contudo, estudos mais recentes realizados nos EUA, comprovam que o corpo dos cães mais idosos exige mais proteína para manter sua massa muscular em forma. Certos pesquisadores defendem o aumento da proporção de proteína na dieta dos animais idosos, desde que não sofram com problemas renais. Outro problema comum é a obesidade, que pode e deve ser controlada a partir de uma dieta específica para este fim.

Outra área de preocupação dos donos de cães idosos deve ser a saúde bucal. A partir de uma certa idade, em especial nos de pequeno porte, o tártaro dentário tende a acumular-se entre os dentes e as gengivas causando a periodontite ou doença gengival.

Com a evolução do tártaro, instala-se o mau-hálito (o primeiro sintoma que os donos percebem), a infecção bacteriana e a queda progressiva dos dentes. As consequências são nefastas e os donos devem previnir-se o quanto antes. A principal consequência, fora a queda dos dentes que em si mesmo já é um grande problema, é que as bactérias podem invadir a corrente sangüinea através de hemorragias e isso pode conduzir a infecções generalizadas, atacando especialmente os rins, fígado e o coração.

Para prevenção destes problemas, a visita ao veterinário é a melhor opção, a fim de fazer uma avaliação geral do cão e promover a limpeza do tártaro.

Graças às novas tecnologias da medicina, o câncer também é um problema detectado facilmente. Com o diagnóstico precoce, o tratamento é mais eficaz, garantindo maior longevidade ao cão. O número de cães que desenvolvem algum tipo de câncer é cada vez maior devido, justamente, ao aumento da expectativa de vida deles e também aos efeitos do meio ambiente sobre os organismos.

Descobriu-se recentemente que certos animais desenvolvem a doença porque possuem deficiências genéticas que combateriam a formação dos tumores. O tratamento do câncer passa pela cirurgia, quimioterapia, laserterapia entre outros métodos disponíveis. A castração precoce também beneficia tanto machos quanto fêmeas, reduzindo a incidência dos tumores relacionados aos órgãos reprodutivos (mamas, próstata e ovário) de 20% para 0%. A adição de anti-oxidantes na alimentação contraria o envelhecimento ao proteger as células contra os radicais livres - moléculas instáveis que reagem contra as outras moléculas dentro das células, causando danos irreparáveis. Entre os anti-oxidantes, incluem-se as vitaminas A, E e C, além do selênio.

Outro problema comum aos cães idosos é a artrite. Trata-se de uma doença dolorosa e debilitante, que deve ser diagnosticada e tratada adequadamente pelo médico veterinário. É um grande erro medicar por conta própria os cães com analgésicos humanos porque muitos deles são altamente incompátiveis com o metabolismo canino.

Um dos inimigos mais perigosos é a insuficiência cardíaca, que pode até ser de nascença, mas normalmente é causada pelo envelhecimento. Destacam-se entre os problemas cardíacos mais comuns as deficiências valvulares e o bloqueio do impulso elétrico (muito comum nos cães da raça Boxer). Mais para o fim da vida, as infecções tornam-se as causas mais comuns dos problemas cardíacos. Os cães não tendem a sofrer de colesterol elevado ou artereoesclerose. Contudo as endocardites e as miocardites são mais comuns. Felizmente, já existem bons medicamentos para o tratamento destes problemas.

Com o passar do tempo, a oxigenação cerebral pode ser insuficiente e o nosso velhinho pode nos parecer senil. E é verdade. Isso pode acontecer e não há como prevenir. Enfim... no fundo todos desejaríamos que nosso cachorrinho nunca chegasse a ficar velho. Mas já que isso é impossível, precisamos aceitar este fato com naturalidade e colaborar estreitamente com os veterinários para que possamos promover a melhor qualidade de vida ao nosso velhinho.
O que fazer para facilitar a vida do cão idoso?
O envelhecimento do cão é muito difícil, tanto para o cão, quanto para o dono. Se você facilitar as coisas, a vida de ambos será muito mais feliz.

Com o passar do tempo a visão e a audição deterioram-se. Nesta altura, evite mudanças radicais do mobiliário, hábitos e horários. O animal adapta-se perfeitamente a mudanças graduais, mas se forem súbitas, podem causar um profundo stress e aumentar o risco de doenças. Portanto, caso você precise fazer uma reforma na sua casa, deixe seu cão longe da bagunça e se puder, mude os móveis aos poucos e sutilmente. Com a instalação da artrite, por exemplo, deve-se dar especial atenção ao piso, que não deve ser nunca escorregadio. Também nesta fase, as escovações e o toque são muito importantes para assegurar ao cão a sua presença e amizade. Da mesma forma, podem ainda auxiliar na descoberta de elevações na pele.

O seu fiel amigo de tanto tempo precisa saber que você está lá para o que der e vier. Especialmente porque com a diminuição dos sentidos, pode vir a ficar mais temeroso e dependente de você. Ter dois cães idosos pode ser bastante positivo para que um faça companhia ao outro, mas nada impede que você adquira um filhote, que pode dar uma nova alegria à vida do nosso velhinho. No entanto, é importante prestar atenção ao temperamento do seu cão mais velho: nem todos têm paciência para aguentar a energia e as brincadeiras dos filhotes.

Se os cães sempre foram acostumados a atividades específicas - como ir às exposições, frequentar parques, fazer truques e brincadeiras - é importante que continue podendo exercê-las mesmo depois de certa idade. As brincadeiras como correrias e jogos de bola, normalmente devem ser adaptadas à terceira idade. Não é preciso parar de jogar a bolinha para o seu cão, mas talvez seja prudente jogá-la mais perto e menos vezes.

Mas o principal cuidado que devemos ter com os nossos velhinhos é continuar amando-os como nunca... não o deixando de lado nem descuidando-se dele agora que ele já não está tão lindo quanto na sua infância. Afinal, ele foi seu amigo fiel e lhe dedicou toda uma vida. O mínimo que você deve fazer é cuidar para que a sua velhice seja a melhor velhice possível.

Fonte: Dog Times www.dogtimes.com.br

O Shih tzu Perfeito

Com a popularização da raça Shih Tzu mais acasalamentos mal planejados são promovidos e, conseqüentemente, mais exemplares atípicos no mercado. A verdade é que nunca foi tão difícil adquirir um Shih Tzu de qualidade no Brasil. “O nível da criação vem caindo muito nos últimos anos”, afirma especialistas.

O Canil Mon Amour mostra mais uma matéria de como identificar os padrões da raça, promovendo assim aos leitores uma maior exigência na hora de adquirir um exemplar da raça.



O Shih Tzu perfeito tem:



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1- Cabeça larga, redonda, apresentando boa barba e bigode e com pêlos do topo amarrados.
2- Olhos grandes, escuros, bem separados um do outro e não proeminentes. Quando o cão nos olha de frente, o branco dos olhos não deve ser visível.
3- Mordedura levemente prognata. Isso é, os incisivos (dentes da frente) inferiores fecham-se imediatamente adiante dos incisivos superiores.
4- Orelhas de bom comprimento, portadas pendentes, inseridas ligeiramente abaixo da linha superior do crânio e revestidas por densa pelagem.
5- Stop (região de encontro entre a testa e o focinho_ definido.
6- Focinho largo, quadrado, curto (medindo aproximadamente 2,5cm do nariz ao stop), com linha superior reta ou levemente inclinada para cima.
7- Nariz (trufa), na maioria dos casos, preto; embora, em cães de pelagem fígado ou manchada desta cor, aceite-se que seja marrom.
8- Pescoço bem proporcionado, levemente arqueado e comprido o bastante para que a cabeça seja portada orgulhosamente.
9- Altura na cernelha de não mais que 26,7cm.
10- Peito largo, atingindo a altura do cotovelo.
11- Antepeito desenvolvido o suficiente para manter as pernas dianteiras devidamente afastadas.
12- Pernas anteriores curtas, musculosas, com boa ossatura e tão retas quanto possível.
13- Pés redondos e parecendo grandes devido à vasta pelagem.
14- Peso de 4,5 a 8,1 Kg, sendo o ideal de 4,5 a 7,3 kg
15- Pelagem longa, densa e com bom subpelo. Uma ligeira ondulação é permitida.
16- Corpo com formato o mais quadrado possível.
17- Linha superior reta e paralela ao solo.
18- Cauda inserida alta e portada sobre as costas.
19- Pernas posteriores retas, curtas, musculosas e com boa ossatura.



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20- Todas as Cores são admitidas; nos exemplares particolores (aquelas que mesclam branco com outra cor), é desejado que a ponta da cauda e uma listra na testa sejam brancas. Nas cores sólidas como o preto e o chocolate (fígado) a trufa (nariz) pode ser da cor do cão, aceitando-se o marrom na cor fígado.

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Fonte: Revista Cães & Cia

Temperamento Do Shih tzu

Se você está em busca de um cachorro pequeno e silencioso, o Shih Tzu pode ser o seu achado. Não que ele nunca lata, mas não há dúvida de que está entre os cães de pequeno porte mais discretos da espécie canina. É o mais indicado e preferível por quem vive em apartamento.

Com crianças

Até há casos de Shih Tzus que avançaram nos baixinhos. Mas, para que tenham chegado a esse extremo, esteja certo de que foram muito incomodados. A raça não tem ímpeto agressivo e costuma ser amigável com todos, o que abrange crianças de qualquer idade. Entre os cães de porte similar, inclusive, o Shih Tzu está entre os mais tolerantes com a garotada. Claro que convém supervisionar a relação. Raças pequenas podem ser facilmente machucadas durante as brincadeiras agitadas que os baixinhos costumam promover.


Com pessoas de fora da casa


Sabe aqueles cachorros pequeninhos que vivem latindo e estranhando gente desconhecida? É o retrato oposto do Shih Tzu. Para essa raça, sociabilidade éo grande lema. Demonstrar alegria ao conhecer novas pessoas, festejar visitas e aceitar agrados até de passantes são atitudes rotineiras. Os Shih Tzus querem mais é atenção. Adoram brincar com qualquer um que lhes dê bola. Muitas vezes chegam a ser efusivos, recepcionando os visitantes com pulos de boas-vindas.


Obediência


Exemplo de obediência, o Shih Tzu não é. Embora muito raramente suas teimosias se transformem em problemas de relacionamento com a família, ele é daqueles que, de vez em quando se fingem de surdos ao receberem uma ordem ou que obedecem apenas enquanto o dono estiver por perto. Uma boa educação, composta por donos presentes, carinhosos e, ao mesmo tempo, firmes para definir as regras e limites, sempre ajuda na formação de exemplares mais predispostos a obedecer. No entanto, uma pitada de irreverência é característica da raça.


Inteligência


Observador atento, é do tipo que sabe onde os donos guardam os petiscos e brinquedos. Só de vê-los se aproximando do precioso do precioso local já demonstram entusiasmo. Também resolvem com sucesso vários problemas. Há muitos casos de exemplares que aprendem a abrir certas portas e a sinalizar algumas de suas necessidades. Só para ilustrar, volta e meia há Shih Tzus atraindo a atenção das pessoas para que vejam a vasilha de água esvaziou ou que a saída para o jardim (leia-se banheiro) foi fechada.


Destrutividade


O Shih Tzu não costuma ser um cão muito problemático nesse quesito. Quando filhote, como acontece com a maioria dos cães, costuma afiar os dentinhos onde não deve, porém conforme cresce e é educado pela família, vai se tornando disciplinado. Algumas exceções tendem a ocorrer quando ele se sente abandonado. Dependente da presença dos donos, o Shih Tzu, de vez em quando, pode fazer pirraça por ter ficado sozinho. Para evitar eventuais transtornos, não o deixe só ou, quando o fizer, mantenha-o em locais onde possíveis estragos não sejam tão graves.


Grau de atividade


Ele em nada lembra aqueles cãezinhos que mais parecem ligados na tomada, sempre brincando e procurando o que fazer. O Shih Tzu é moderadamente ativo. Curet uma brincadeira e uma correria, mas também adora sossego. Na maior parte do dia, opta por passatempos calmos. Fica deitado num cantinho confortável olhando a movimentação ao redor, passeia tranquilamente pela casa, pede um colo para o dono… Enfim, leva a rotina sem maiores agitos.


Com a família


Seguindo a regra do reino canino, o Shih tzu costuma eleger um dono em especial. Diferentemente da maioria das raças, contudo, tem uma maneira mais discreta de fazê-lo. Embora até festeje um pouco mais o seu eleito, não deixa de ser particularmente simpático e efusivo com os outros moradores da casa. Faz o estilo companheiro familiar. Gosta da presença de todos e vive virando a escolha de com quem vai ficar. Independentemente não é com ele. É do tipo que solicita atenção, convidando as pessoas para brincar e dando um jeito de ganhar um cafuné. E caso se sinta ignorado, como tende a ocorrer se deixado sozinho por períodos prolongados, pode ficar tristonho e abatido. Nessas ocasiões, em sinal de protesto, não é impossível que se tome irreverente, aproveitando da ausência dos donos para mordiscar o que não deve ou fazer um xixizinho no lugar errado.


O quanto late


Se você está em busca de um cachorro pequeno e silencioso, o Shih Tzu pode ser o seu achado. Não que ele nunca lata, mas não há dúvida de que está entre os cães de pequeno porte mais discretos da espécie canina. É daqueles que sinalizam quando escutam a campainha ou quando estão muito alegres, mas não é de dar escândalos nem de latir sem motivo.


Com cães e animais

Embora haja exceções, a regra é o bom convívio. E isso tanto para a relação enrte Shih Tzus do sexo oposto, como do mesmo sexo. Trata-se de um cão pacífico. No que depender dele, a vida será amigável com cachorros de outras raças assim como com outros animais, a exemplo de gatos e aves.

Fonte: Revista cães e cia.

Shih Tzu Cortes e Penteados

Cães de pelagem comprida sempre possibilitam visuais variados. É só dar asas à imaginação.
F. Torres - Canil Pard´Ellas

Nas fotos mostramos dois comprimentos comumente vistos em exemplares da raça: o longo (exigido para os Shih Tzus adultos nas competições) e a chamada tosa-filhote, na qual os pêlos ficam com cerca de cinco a dez centímetros.
Já nas outras fotos, algumas opções de chucas: a crisântemo é a mais adotada nas competições.
Vale ressaltar que o próprio padrão da raça recomenda que a pelagem do topo da cabeça esteja sempre presa. Assim o cão enxerga melhor, e os olhos correm menor risco de serem feridos pelos fios dessa região.

Fonte: Revista Cães & Cia

Shih Tzu Certo X Errado (Com Fotos)

Ano após ano, aumenta o número de pessoas que escolhem o Shih Tzu como cão de estimação.
Popularizando-se no Brasil desde o início dos anos 90, foi no final daquela década e no decorrer da atual que a raça passou a alavancar admiradores de forma mais significativa. Em 2002, tornou-se o 10º cão do País em quantidade de filhotes nascidos e registrados. Em 2003, saltou para a 6º posição. Em 2004, para a 3º. Em 2005, última data com dados disponíveis, já ocupava a 2º, permanecendo abaixo apenas do Yorkshire. Contabilizou 7.844 exemplares, acumulando 8% dos cães de raça que nasceram e receberam pedigree naquele ano.


Você já sabe que o que tamanho representa: mais acasalamentos mal planejados sendo promovidos e, conseqüentemente, mais exemplares atípicos no mercado. A verdade é que nunca foi tão difícil adquirir um Shih Tzu de qualidade no Brasil. “O nível da criação vem caindo muito nos últimos anos”, afirma o criador Eduardo Teixeira, do Rio de Janeiro.
Por isso, se você está em busca de um cão típico, que se enquadre no padrão da raça de forma satisfatória, acompanhe o Certo x Errado do Shih tzu em idade de compra e aprenda a identificar suas características corretas e seus desvios mais comuns. E lembre-se: dê preferência a criadores de destaque que se mostrem comprometidos com o aprimoramento racial.

CERTO X ERRADO
APARÊNCIA GERAL
CERTO
Aparência Retangular



O Shih Tzu é pequeno, mas robusto. Tem ossatura e musculatura bem desenvolvidas. Seu formato corporal é ligeiramente retangular. O padrão da Federação Cinológica Internacional (FCI) apenas menciona que a medida da cernelha até a raiz da cauda supera a altura da cernelha, mas não especifica o quanto. A criação, porém, considera ideal que seja em torno de 10%.

ERRADO

Formato Quadrado


O comprimento do tronco apresenta praticamente a mesma medida da altura na cernelha. O cão parece pernalta. Também é desvio o cão excessivamente retangular, cujo comprimento do tronco supera a altura em 20% ou mais. Nesse caso, o exemplar parece ter pernas curtas demais.
Qual a causa: herança genética.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus país.
Como tratar: não há tratamento.

CABEÇA

CERTO

Cabeça Larga e Redonda




A cabeça do Shih Tzu é larga e redonda. O topo do crânio é abobadado assim como a testa quando vista de perfil. O stop (ângulo de encontro entre focinho e testa) é marcado. O focinho é largo, quadrado, curto (para o adulto estabelece-se a medida de aproximada, do nariz ao stop, de 2,5 cm) e com linha superior reta ou ligeiramente inclinada na ponta. Ou seja, levemente virada para cima.

ERRADO
Cabeça Leve


A cabeça é menor e mais estreita que o ideal.

ERRADO
Cabeça Plana


O topo da cabeça e a testa, em vez de abobadados, são planos. É a chamada cabeça “flat”.

ERRADO
Focinho Comprido


O focinho é comprido demais. Também são desvios focinho exageradamente curto (pode gerar problemas respiratórios e de mordedura), linha superior do focinho arqueada ou muito virada para cima e stop pouco marcado.
Qual a causa: herança genética.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais.
Como tratar: não há tratamento.

LINHA SUPERIOR
CERTO
Linha Superior Paralela ao Solo


A linha superior do Shih Tzu é reta e paralela ao solo. Cauda e pelagem geralmente escondem a região, o que dificulta a análise visual. O ideal é avaliar o cão pelo toque.



ERRADO
Linha Superior Carpeada


A linha superior tem um arco para cima. O desvio é chamado de linha superior arqueada ou carpeada. Também é desvio a linha superior selada. Isso é, com um arco para baixo.
Qual a causa: no filhote de até 4 meses, geralmente herança genética, embora alimentação inadequada e falta de exercício também possam desencadear o desvio.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais (fêmeas matrizes, não raro, apresentam linha superior selada não de origem genética, mas sim, devido às gestações), com alimentação balanceada de boa qualidade e com exercício leve regular.
Como tratar: pode-se amenizar o desvio com dieta e exercícios específicos. Para isso, busque auxílio veterinário.

ERRADO
Linha Superior Ascendente


A linha superior ascendente da cernelha em direção à garupa. Também é desvio a linha superior descendente. Ou seja, inclinada para baixo da cernelha em direção à garupa.
Qual a causa: herança genética.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais.
Como tratar: não há tratamento.

MORDEDURA

CERTO

Mordedura Prognata ou em Torquês

A mordedura do Shih Tzu pode ser em torquês (incisivos superiores e inferiores se fecham alinhados em pinça) ou, como na foto, prognata inferior (incisivos inferiores se fecham à frente dos superiores). Embora o padrão FCI não estabeleça o grau desse prognatismo, a criação considera ideal quando os incisivos inferiores ultrapassam os superiores em no máximo cinco milímetros. Vale lembrar que a mordedura pode se modificar com a troca dos dentes, que tem início entre o 3º e 4º mês de vida do cão.

ERRADO

Mordedura Excessivamente Prognata


Os incisivos superiores se fecham muito á frente dos superiores. Em decorrência disso, o cão, mesmo com a boca fechada, mantém expostos os dentes e as vezes até a língua.
Qual a causa: herança genética
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais
Como tratar: em certos casos, aparelhos ortodônticos podem amenizar ou mesmo eliminar o desvio. Para exemplares de exposição ou usados na procriação, o recurso é considerado antiético.

NARIZ
CERTO
Nariz escuro


O nariz (trufa) é preto ou, nos Shih Tzus de pelagem cor de fígado ou manchada de fígado, marrom. Alguns filhotes já nascem com o nariz pigmentado. Em outros, a pigmentação se completa nas primeiras semanas ou no máximo até os 3 ou 4 meses de vida. De qualquer forma, aos 60 dias de idade, a pigmentação já deve ocupar pelo menos 80% do nariz.

ERRADO
Nariz Pigmentado


Considerando-se filhotes de 60 dias em diante, o nariz apresenta áreas de despigmentação (rosadas) superiores a 20%.
Qual a causa: herança genética, embora a falta de exposição ao sol possa ter influência.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais e com banho de sol leve e regular.
Como tratar: em certos casos, exposição regular ao sol pode amenizar ou até mesmo eliminar o desvio.

OLHOS
CERTO
Olhos Grandes e Redondos


Os olhos são grandes, redondos, inseridos frontalmente e bem separados um do outro. Não devem ser excessivamente proeminentes e, vendo-se o cão de frente, o branco dos olhos (esclerótica) não pode ser visível. Os olhos são escuros, mas, em exemplares de pelagem fígado ou manchada de fígado, podem ser mais claros. Isso é, acompanhando o tom da pelagem.

ERRADO

Olhos Amendoados

Os olhos são amendoados e inseridos obliquamente (de forma mais lateral em vez de frontal).

ERRADO
Olhos muito Proeminentes


Os olhos são excessivamente saltados. Geralmente, essa característica está associada a outro desvio: a esclerótica visível quando o cão nos olha de frente.
Qual a causa: herança genética
Como prevenir: com a boa escolha do filhote de seus pais.
Como tratar: não há tratamento.

ORELHAS

CERTO

Com Inserção Relativamente Baixa


As orelhas são grandes, pendentes e inseridas ligeiramente abaixo da linha superior do crânio.

ERRADO

Orelhas Com Inserção Alta


As orelhas são inseridas no topo do crânio. O desvio é chamado de “orelhas de coelho”.
Qual a causa: herança genética.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais.
Como tratar: não há tratamento.

PERNAS POSTERIORES
CERTO
Pernas Posteriores Paralelas


As pernas posteriores são curtas, retas, paralelas entre si, musculosas e com boa ossatura. Embora o padrão não especifique, deve ser moderadamente anguladas. Isto é, vendo-as de perfil, a articulação do joelho e a do calcanhar deve ser nítida, mas não muito acentuadas.

ERRADO

Jarretes de Vaca


Os jarretes (calcanhares) convergem, e os pés se voltam para os lados.
Qual a causa: em filhotes de até 4 meses, geralmente herança genética, embora alimentação deficiente, piso escorregadio, excesso de pêlo entre os dedos, unhas compridas e/ou falta de exercício possam desencadear o desvio.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais, com alimentação balanceada de boa qualidade, com exercícios leves regulares, com manutenção do cão em piso escorregadio e com unhas e pelagem entre os dedos aparadas.
Como tratar: pode-se amenizar o desvio mantendo o cão em piso não escorregadio aparando suas unhas e a pelagem entre os dedos e oferecendo dieta e exercícios específicos. Para isso, busque auxílio veterinário.

ERRADO
Posteriores Fracos



As pernas posteriores são menos musculosas que o ideal e, por isso, também ficam próximas demais uma da outra.
Qual a causa: em filhotes de até 4 meses, geralmente herança genética, embora alimentação deficiente e falta de exercício possam desencadear o desvio.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais, com alimentação balanceada de boa qualidade e com exercícios leves regulares.
Como tratar: pode-se amenizar o desvio oferecendo dieta exercícios específicos. Para isso, busque auxílio veterinário.

ANTEPEITO
CERTO
Antepeito bem Desenvolvido


O antepeito é amplo o bastante para manter as perna dianteiras devidamente afastadas.

ERRADO

Antepeito Estreito


O antepeito é pouco desenvolvido, tornando as pernas dianteiras próximas demais uma da outra.
Qual a causa: no filhote de 4 meses, geralmente herança genética, embora alimentação deficiente e falta de exercício também possam desencadear o desvio.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais, com alimentação balanceada de boa qualidade e com exercício leve regular.
Como tratar: pode-se amenizar o desvio com dieta e exercícios. Para isso, busque auxílio veterinário.

PÉS
CERTO
Pés Redondos


Os pés dianteiros e traseiros são redondos e têm dedos arqueados e rentes uns aos outros.

ERRADO

Pés Espalmados


Os pés apresentam dedos espaçados e não arqueados. Na foto, exemplar tosado para mostrar adequadamente o desvio.
Qual a causa: em filhotes de até quatro meses, geralmente herança genética, embora alimentação deficiente, piso escorregadio, unhas compridas, pelagem entre os dedos não aparada e/ou falta de exercício possam desencadear o desvio.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais, com alimentação balanceada de boa qualidade, com exercício leve regular, com manutenção do cão em piso não escorregadio e com unhas e pelagem entre os dedos e proporcionando dieta e exercícios específicos. Para isso, busque auxílio veterinário.


CAUDA
CERTO
Cauda em Alça

A cauda é inserida alta e portada em forma de alça de xícara. Ou seja, faz um arco em direção às costas e sua ponta encosta nelas. A altura da cauda é aproximadamente a mesma do topo do crânio.

ERRADO
Cauda Ereta


A cauda é portada verticalmente, sem que a ponta encoste nas costas. É a chamada “cauda em bandeira”.


ERRADO
Cauda Deitada


A cauda é totalmente deitada sobre as costas.
Qual a causa: herança genética.
Como prevenir: com a boa escolha do filhote e de seus pais.
Como tratar: não há tratamento.


Nota da redação: 1) Para efeitos ilustrativos, alguns dos itens apontados como errados foram simulados nos cães fotografados durante a produção ou por manipulação de imagem. 2) Em alguns itens, na falta de filhotes de até 4 meses de idade que os retratassem adequadamente, optamos por utilizar exemplares mais velhos a fim de não suprimir a informação. 3) Para melhor ilustrar certos itens, alguns cães foram toados ou penteados de forma a realçar os contornos corporais. 4) Não é possível garantir que as características físicas do filhote não sejam modificadas no decorrer do seu desenvolvimento, seja para melhor ou para pior.


Fonte: Revista Cães & Cia

ABC Da Cinofilia

A

ACB - Sigla da Associação Cinológica do Brasil, confederação de clubes dissidentes da CBKC.


ADESTRAMENTO - Ensino, ao animal, de noções ou conhecimento particulares, não congênitos. Ensino de habilidades. Condicionamento para realização de tarefas.

AKC - Sigla do American Kennel Club, entidade cinófila dominante nos E.U.A. É um dos dois órgãos maiores da cinofilia. Possui próprios padrões das raças, que são usados pelas confederações filiadas.

ALBINO - Animal com falta de pigmentação, no geral inteiramente brancos. É uma degenerescência. Cães com mucosas (nariz, pálpebras, lábios) cor de carne, róseo.
Geralmente é uma falta desqualificante; a estes animais não é concedido "pedigrees", para evitar que estas características transmitam-se a novas gerações.

ARLEQUIM - É uma modalidade de coloração na qual a presença de 1 fator (gene) de marmorização de cor provoca um fundo extremamente diluído (branco ou quase) com manchas irregulares de cor escura - preta ou marrom.
Ex.: Dogue Alemão Arlequim, Dachshund Arlequim.

B


BEST IN SHOW - Vem do inglês e quer dizer "Melhor da Exposição". Maior prêmio de uma exposição. O melhor animal dentre todos que apresentaram-se numa exposição.



BICOLOR - Cão de duas cores. Base branca combinada com outra cor.

BIS - Sigla de "Best In Show".

BLACK AND TAN - Expressão em inglês que traduzida literalmente quer dizer "preto e castanho".
Cão de cor preta e marcações castanho em pontos simétricos do corpo. Ex.: Rottweiler, Setter Gordon, Doberman.

BOIADEIRO - Cão que combóia gado ou guarda ovinos. Ex.: Bouvier de Flandres.


BROWN AND TAN - Expressão em inglês que traduzida literalmente quer dizer "marrom e castanho". Cão de cor marrom e marcações castanho em pontos simétricos do corpo. Ex.: Doberman marrom.


C


CAC - Sigla de "Certificado de Aptidão a Campeonato". Título promocional que poderá ser outorgado por juízes, a animais que forem considerados como excelentes, em seu julgamento. Está apto a recebê-lo o cão com idade superior a 9 meses (ACB) ou 12 meses (CBKC). Só é concedido um CAC por raça (ACB) ou um CAC por sexo, para cada raça (CBKC), por exposição.

CACIB - Sigla de "Certificado de Aptidão a Campeonato Internacional de Beleza", concedido por juízes do Quadro de Árbitros da FCI, em exposições internacionais. A idade mínima para obtenção do CACIB é de 15 meses. Os machos e fêmeas que possuam 3 destes, outorgados por juízes diferentes, sendo um de outro continente diferente do que o cão habita, podem requerer o título vitalício de "Campeão Internacional". Só é outorgado um CACIB por sexo, para cada raça, por exposição.

CAMPEÃO - Título vitalício outorgado a um cão que tenha obtido os CACs necessários. Pela CBKC, os machos que possuam 5 destes, outorgados por juízes diferentes, podem habilitar-se ao título de "Campeão". As fêmeas precisam de 4. A idade mínima para proclamação do título é de 12 meses. Além dos CACs é preciso ter 1 Melhor da Raça ou Reserva da Raça. Se não tiver nem a reserva e nem o Melhor da Raça, é exigido o dobro do número de CACs outorgados por árbitros diferentes. Pela ACB é necessário ter mais
de 9 meses e 5 CACs com árbitros diferentes, tanto para machos quanto para fêmeas.

CANIL - Criatório de cães. Local onde se criam ou guardam os cães. Nome que o criador adota como prefixo ou sufixo do nome dos cães que nascem de cadelas de sua propriedade.

CARPEADO - Cão que tem a linha superior do tronco convexa. CBKC - Sigla da Confederação Brasileira de Cinofilia, filiada à FCI, tem sede no Rio de Janeiro.


CERNELHA - É a parte proeminente da escápula (omoplata ou ombro) do quadrúpede. Corresponde ao ponto de encontro do pescoço com a linha superior do tronco. É neste local que é medida a altura do cão.

CGC - Sigla de Certificado de Aptidão a Grande Campeonado, usado pela CBKC. Título promocional só outorgado a animais já campeões.


CH. - Do inglês "Champion", campeão. Prefixo anexado ao nome dos cães detentores deste título.

CH. INT. - Do inglês "International Champion", campeão internacional. Prefixo anexado ao nome dos cães detentores deste título.


CNC - Sigla de Certificado a Título de Novo Campeonado, usado pela ACB. Outorgado apenas a animais já campeões.


CINOFILIA - Do latim cino-cão, filia-afinidade. É o termo que indica o gosto por cães. Qualidade de cinófilo.


CINOLOGIA - Estudo dos cães.

CINOLÓGICO - Referente à Cinologia.


CINÓFILO - Que gosta de cães.
CJC - Sigla de Certificado de Aptidão a Jovem Campeonato. Título promocional, que pode ser outorgado por juízes, a animais de excepcionais qualidades que ainda não têm idade para receber o CAC pela CBKC antes dos 12 meses. Após receber o terceiro destes títulos, o proprietário pode requerer o título de Jovem Campeão do animal.

CRIADOR - Responsável por um canil que produz filhotes. Proprietário da fêmea.

CRIPTORQUIDIA - Defeito que pode ocorrer em machos quando não têm um ou ambos testículos na bolsa escrotal. É uma falta desqualificante. Animais com este problema devem ser afastados da reprodução.

D

DESCLASSIFICAÇÃO - Condição transitória que afasta um cão das exposições, tais como: sinais de doença infecciosa ou parasitária, fêmeas em adiantado estado de gestação ou aleitamento, cão que agredir o juiz, que ameace outros cães, etc.


DESQUALIFICAÇÃO - Condição definitiva que impede o cão de exposições e reprodução. As desqualificações gerais são: cegueira, surdez, aleijão, criptorquidia, monorquidia.


E

ERGOT - 5º dedo. Dedo situado na parte interna das patas, à altura do metacarpo oumetatarso. Geralmente é removido cirurgicamente. Há raças em que sua presença é obrigatória. Ex.: Cão dos Pirineus.

ESGALGAMENTO - É o estreitamento da musculatura abdominal em conseqüência de um tórax estreito e muito profundo. Faz com que a linha inferior na altura do ventre suba abruptamente, à semelhança dos galgos.


ESTRUTURA - Forma pela qual os ossos e sua musculatura se organizam no sentido de compor o conjunto animal. É a constituição esquelética.


F

FCI - Sigla da Federação Cinológica Internacional, um dos dois orgãos maiores na cinofilia, tem sede em Thuin, na Bélgica. Utiliza os padrões de raça do país de origem do animal.


FRENTE FRANCESA - Defeito de equilíbrio provocado por tórax anomalamente estreito que produz uma frente de equilíbrio instável. Para melhorar o equilíbrio, o animal torce todo o membro anterior para fora de modo a colocar os pés mais distantes, voltados para fora.

G


GR. CH. - Do inglês "Great Champion". Prefixo anexado ao nome dos cães detentores do título de "Grande Campeão".


GR. VENC. NAC. - Sigla de "Grande Vencedor Nacional", título outorgado ao cão que
já foi Melhor da Exposição em três estados diferentes, com o julgamento de juízes diferentes.

GRANDE CAMPEÃO - Título vitalício concedido ao cão que já possuía o título de "Campeão" e que fez, através dos CGC, os pontos suficientes para o grande campeonato. Pela CBKC machos precisam de 60 pontos e 3 Melhor da Raça, fêmeas precisam de 40 pontos e 2 Melhor da Raça.


GRIFFON - Perdigueiros de talhe dos bracos com pêlo longo, duro e espesso. Ex.: Barbet.

GROOMING - Expressão inglesa que é entendida na cinofilia como preparação do cão através de procedimentos de higiene e beleza como banho, cuidados de aparo de unhas e bigodes, corte do pêlo e outros recursos que melhoram o aspecto do cão, mediante utilização de tesouras, máquinas, cosméticos etc.

H

HANDLER - Apresentador de cães em exposição. É uma profissão. Não confundir com adestrador.


HOUND - Cães que caçam animais de pêlo rastreando-os pelo faro e matando a presa a dentadas caso o caçador não chegue antes. Ex.: Beagle, Foxhound.


I

INSERÇÃO - O mesmo que raiz. Lugar da anatomia do cão onde se insere outra parte. Ex.: a cauda, as orelhas.


J

JCH. - Prefixo anexado ao nome dos cães detentores do título de "Jovem Campeão".

JARRETE - O mesmo que tarso. A parte do pé anatôico próximo à tíbia, corresponde ao calcanhar humano. Um defeito grave em cães é o "jarrete de vaca", que ocorre por um defeito de equilíbrio do posterior que faz com que o animal expulse os joelhos, ele junta o jarrete virando os pés para fora à semelhança das vacas.

K

KENNEL - Palavra inglesa que quer dizer canil.


L


LEBRÉU - Vem de lebre. O mesmo que galgo. Cão de caça de animais muito velozes que usam a visão e a audição associados à velocidade para caçar. Ex.: Greyhound, o mais rápido.

M


MOLOSSO - Grupos de cães de constituição peculiar - ossatura pesada, cabeça volumosa e larga, tórax amplo e muito arqueado. Descendem do antiquíssimo Molosso Assírio e podem ter a pelagem lisa ou longa. Ex.: Fila Brasileiro, Bulldog Inglês, Mastim Napolitano.

MONORQUIDIA - Cão que só apresenta um testículo na bolsa escrotal. É uma faltadesqualificante. O animal que apresentar este problema deve ser afastado da reprodução, pois é genético.

MORDEDURA - Encaixe dos incisivos (dentes da frente). Pode ser: em torquês, em tesoura ou prognatismo.

MOSQUEADO - Diz-se a pelagem de fundo branco com salpicos de outra cor, geralmente pretos ou marrons (vermelhos).

O


OSSATURA - Esqueleto em seus aspectos de forma e espessura. Diz-se de ossatura rica um cão que tem ossos grossos.


P


PADRÃO - É a descrição mais ou menos detalhada das características físicas e mentais de uma raça. Corresponde à média das criações dos cães de raça no país que a elabora ou adota. Nele os juízes se baseiam para avaliar os cães em seus julgamentos. Os melhores animais são aqueles que mais se aproximam do padrão.

PARTICOLOR - É uma pelagem combinada com duas ou mais cores. É o oposto à pelagem sólida.


PEDIGREE - Árvore genealógica do animal. A sua certidão de nascimento, contudo, é a tarjeta de identificação.


PERDIGUEIRO - Significa cão caçador de Perdiz. Nome geralmente dado ao Pointer Inglês.

PÉ DE GATO - Pé redondo e pequeno, com os dedos bem juntos e arqueados.

PÉ DE LEBRE - Pé em que os dedos são longos. Pé comprido. Pé oval.


PIGMENTAÇÃO - Coloração melânica da pele, das mucosas e de outras partes desprovidas de pêlos.


PINÇA - Vide torquês.


POINTER - Apontador. Categoria de cães que detectam e apontam com o focinho a ave ao caçador.
Ex.: Pointer Alemão.

POLICIAL - Cão treinado para uso militar. Apelido dado ao Pastor Alemão.
POSTERIOR - Diz-se o conjunto muscular e ósseo responsável pela propulsão posterior dos animais quadrúpedes.

PROGNATISMO - Do latim pro-projeção, gnatus-mandíbula. É a projeção da arcada dentária inferior em relação à superior. O prognatismo é típico em algumas raças, como o Boxer. O impropriamente chamado "Prognatismo Superior" é uma redução do tamanho da mandíbula designado por retrognatismo e por isso é uma falta sempre muito grave.


R

RAÇA - Conjunto de indivíduos com o mesmo fenótipo e instintos, capazes de transmiti-los regularmente à sua descendência. A vantagem de criar um cão de raça é saber previamente o tamanho, temperamento, forma e outras características dos seus descendentes. Enquanto que o mestiço, sem raça definida, ou vira-lata, é uma incógnita sob todos os aspectos.



RETRIEVER - Vem de cobrador, buscador, pesquisador. Cão que vai buscar a caça abatida pelo caçador. Ex.: Golden Retriever. RUÃO - Diz-se a mescla de pêlos brancos com pretos ou vermelhos (marrons), sem dominância de uma cor sobre a outra. Ex.: Cocker Spaniel Inglês.

S

SABUJO - Cão de caça que utiliza o faro como maior atributo da sua tarefa. Ex.: Bloodhound.


SAL E PIMENTA - Mescla de pêlos de pigmento claro e escuro dando a coloraçãoacinzentada.


SELADO - Cão que tem a linha superior convexa, à semelhança dos cavalos.


SÓLIDO - Cão de uma só cor.


SPANIEL - Cão de caça com pêlo sedoso (liso ou ondulado) que não "amarra", ele "levanta" ou desaloja e traz a caça abatida pelo homem. Podem ser de terra (land-spaniel) ou de água ou brejo (water-spaniel). Do primeiro, um exemplo é o Cocker Spaniel Inglês, do outro tipo é o English Water Spaniel.


SPITZ - Cão de caça semelhante à raposa com crânio moderado e largo e focinho pontudo, 'stop' bem pronunciado, orelhas retas e triangulares, cauda tufosa voltada para o dorso, pêlo espesso e áspero, subpêlo lanoso, ossatura sólida, corpo reforçado. Ex.: Spitz Alemão (Pomerânia), Samoieda, Keeshound.

SRD - Sigla de Sem Raça Definida. É o popularmente chamado de vira-lata.


STANDARD - O mesmo que padrão.


STOP - Ponto de encontro da testa com o focinho. Diz-se do cão com stop "pronunciado" quando fica bem evidente o desnível entre os planos do crânio com o focinho. Ex.: Boxer. Outras vezes pode-se fazer referência à inexistência de stop, como na raça Bull Terrier, ou até fazer-se referência a um stop leve, como na raça Collie.

T


TARJETA - Certificado de propriedade de um cão, emitido por um Kennel Clube. É o complemento do 'pedigree'.


TERRIER - Cão de caça a animais de toca. É usado para desentocar raposas, texugos e ratos. Na sua maioria são raças inglesas. O menor deles é o Yorkshire Terrier. O maior é o Airedale Terrier. No Brasil desenvolveu-se o Terrier Brasileiro, o conhecido como Fox Paulistinha.

TESOURA - Mordedura onde os incisivos superiores tocam os inferiores pelas suas faces internas. A maioria dos cães e humanos mordem em tesoura.

TIGRADO - Diz-se a coloração consistente em fundo de pigmento claro - vermelho ou amarelo, em suas várias nuances, sob listas ou rajaduras verticais de pigmento escuro - preto ou marron. Ocorre entre Boxers, Dogues Alemães, Filas Brasileiros, etc.


TORQUÊS - Mordedura em que os incisivos de ambas arcadas dentárias ao fechar a boca se tocam pelas bordas superiores. É também chamada mordedura em pinça.


TOSA - Corte da pelagem que algumas raças submetem-se, de acordo com os requerimentos do padrão da raça. Ex.: para a raça Poodle, o cão adulto deve apresentar-se com a tosa Leão ou Continental.


TRICOLOR - Cão com 3 cores, geralmente de fundo branco combinado com duas outras cores. Ex.: Alguns exemplares de Collie, Beagle.

TRIMMING - Expressão inglesa que é entendida na cinofilia como corte da pelagem, através de tosquiadoras ou arrancamento manual de pêlos. Vide "grooming".


TRUFA - Nariz. Na maioria das raças é preto. Só nos cães marrons ou suas nuances é marrom.

Dermatite Alérgica


Entre os sintomas estão vermelhidão, coceira, ferida e queda de pelos.

por Valeriana Medrado - repórter Online


Um dos problemas de saúde mais comuns entre os pets são as doenças de pele. Coceira, vermelhidão, ferida e queda de pelo são os principais sintomas de que o animal está com algum problema dermatológico. O mais comum deles é a dermatite alérgica. Segundo a médica veterinária Sirlei Manzan, as alergias cutâneas representam 15% das consultas em sua clínica e a mais comum entre os pets é a atopia, causada pelo contato com ácaros, bolores, pólen e poeira. Há também a alergia causada pela picada de pulga. Atualmente existem vários produtos no mercado que combatem de forma eficaz o inseto deixando o animal livre desse tipo de alergia.

Outra forma de dermatite alérgica é a alimentar. Segundo Sirlei, uma das formas de evitar o mal é dar aos pets apenas produtos destinados a eles. “Doces, pães, queijo e outros alimentos que comemos devem ser evitados”, afirmou a veterinária.
Esse é o caso da poodle Meg, a cadela de 12 anos, que, além de alergia alimentar, possui atopia. A estudante Janaína Fernandes conta que Meg sempre sofreu com coceiras pelo corpo e, com a idade, o quadro clínico piorou. No ano passado, Janaína Fernandes decidiu fazer teste alérgico em Meg.
O resultado mostrou que a poodle é alérgica a perfume, cigarro, poeira, grama, milho, cenoura e tomate. “Ela toma medicamentos à base de corticoide e come uma ração hipoalergênica. Fico agoniada quando a Meg começa a se coçar e por isso nem penso, faço qualquer coisa para que ela fique bem”, disse.
Além das alergias como a de Meg, há dermatites provocadas por tristeza, estresse, depressão e outras causas emocionais. “Todo animal que lambe a pata possui alguma doença psicológica. Nesse caso é preciso entrar com tratamentos antidepressivos e ansiolíticos”, disse a veterinária. Micoses e piodermites são outros tipos de doenças de pele que exigem atenção.

As micoses são causadas por fungos e são transmissíveis, inclusive ao homem. E as piodermites são infecções mais profundas, causadas por bactérias.
Outro tipo de doença de pele está ligado a problemas nas glândulas tireoides e na glândula supra-renal. Segundo a veterinária, as dermatites hormonais estão sempre ligadas a outros problemas de saúde como hipotireoidismo, a obesidade e problemas renais. Doença possui dois tipos e é transmissível Popularmente conhecida, a sarna é outro problema comum dos pets. Existem dois tipos delas, a escabiose, transmissível a outros animais e ao homem, e a demodécica, considerada mais grave e transmitida nas primeiras horas de vida da mãe para o filhote, que é amamentado.

A dona de casa Cristiane Silva descobriu que seu cachorro Fred tinha sarna demodécica na primeira semana que chegou à sua residência. O shitzu de 3 anos apresenta os sintomas da doença sempre que está com a imunidade baixa.
Cristiane já chegou a gastar R$ 700 reais por mês em tratamentos para Fred. A dona de casa conta que, quando descobriu a doença, foi muito difícil. “Tinha acabado de perder meu marido e tive que cuidar do Fred.

Ele apresentava sangramento e cerca de 90% de sua pele estava com ferida”, disse.
Uma amiga da dona de casa até sugeriu que o cachorro fosse sacrificado, mas, mesmo diante das dificuldades, Cristiane não desistiu de Fred. “Acho que, por conta das perdas que tive na vida, criei um envolvimento maior com meu cachorro, é um amor incondicional”, afirmou a dona de casa.
Depois de muita luta, a doença de Fred está controlada. Cristiane segue rigorosamente as orientações da veterinária e o shitzu visita a clínica semanalmente para tomar antibióticos e remédios para aumentar a imunidade.
“Pela primeira vez, o Fred está há três meses sem ter a doença e mesmo ainda gastando cerca R$ 300 por mês, vejo que valeu a pena não sacrificá-lo. A companhia de Fred me faz muito bem. Ele é muito carinhoso.” Formas de tratamento e prevenção das doenças de pele De acordo com a médica veterinária Sirlei Manzan, cada doença tem uma forma de tratamento. “De uma forma geral, todas precisam de tratamento tópico com xampu.

Algumas de medicação oral como antifúngicos e antibióticos, outras de reposição hormonal. E algumas alergias podem necessitar até de vacinas ou mudança drástica na dieta e no ambiente do animal”, afirmou.
Com exceção das dermatites que são de origem genética, muitas doenças de pele podem ser evitadas com cuidados simples. “É preciso manter o animal sempre limpo e em um ambiente adequado”, disse Sirlei. Os banhos devem ser frequentes com produtos apropriados ao tipo de pelo e pele do animal. Pelos com nós ou molhados formam um ambiente propício para o aparecimento das dermatites. A veterinária deixa uma alerta aos proprietários de cães. “Nem sempre feridas pelo corpo é sinal de dermatite.

Uma doença grave e fatal para cães e humanos é a leishmaniose que tem como sintoma justamente o aparecimento de feridas pelo corpo. Por isso, o ideal é que, ao encontrar alguma ferida no animal, procure um médico veterinário o mais rápido possível”, disse Sirlei Manzan.


Fonte: Correio de Uberlândia

Castrar ou não?

Castrar ou não?

Quando falamos em castração de cães, tanto dos machos quanto das fêmeas, as pessoas tendem a ter idéias erradas e preconceitos sobre o assunto.
Criaram-se mitos, que acabaram por mascarar os benefícios que este procedimento traz aos animais.

O objetivo é esclarecer e informar, para que os donos de pets tenham conhecimento do assunto, e com base neste conhecimento possam decidir o que é melhor para o seu animal.
Este procedimento tem sido muito utilizado para diminuir as populações de animais que ficam abandonados pelas ruas, alguns inclusive se encontram nesta situação porque foram adotados, e seus donos por algum motivo não os quiseram mais e os abandonaram.
É sempre bom lembrar que antes de adotar um animal, é importante se informar das suas características, e avaliar o impacto que essa adoção vai ter na nossa vida


O procedimento cirúrgico

Machos - consiste na retirada dos testículos. É diferente da vasectomia, que é o corte
do canal que leva os espermatozóides para serem ejaculados. A castração de machos é menos traumática, menos arriscada, mais curta e tem recuperação mais rápida que a de fêmeas.

Fêmeas - é a retirada do útero e ovários através de uma incisão na barriga.

Em ambos os casos, a anestesia geral é usada, mas isso nãoa segurança da operação. A maioria dos veterinários recomenda a idade mínima de 5 a 6 meses, embora nos EUA alguns já façam a cirurgia em filhotes de 7 ou 8 semanas de vida. Em geral, a recuperação é bem rápida.

Por que devo castrar?

A eliminação do problema de machos fugindo atrás de fêmeas no cio ou de fêmeas
no cio fugindo atrás de machos, o que no caso das fêmas tem como resultado uma ninhadas não planejada.
Os problemas de comportamento, tais como: brigas entre cães que vivem juntos, o ritual da demarcação de território com urina e os comportamentos possessivos ou dominantes, tendem a melhorar muito.
No entanto, nem sempre a castração resolve, pois esses problemas não têm uma só causa.

Benefícios para os machos - a castração traz mais benefícios aos machos que às fêmeas. Ela pode ajudar em problemas como: fugir, agredir outros machos, demarcar o território com urina e montar em outros cães ou pessoas. Entretanto, não muda nada em relação à defesa territorial e agressividade por medo - assim, a castração não deixa o cão menos ou mais medroso, nem interfere em seu instinto de guarda.
Alguns donos notam que seus cães ficaram mais calmos e carinhosos após a cirurgia. O mito de que a castração torna os cães apáticos, letárgicos, nunca foi provado.

Benefícios para as fêmeas - do lado feminino, a castração é indicada nos problemas de agressão por proteção ou possessividade e nas cadelas que costumam fugir. Já no caso daquelas que brigam entre si por dominância, a castração antes dos dois anos até piora o problema em 50% dos casos, de acordo com estudos realizados.

Além das melhoras de comportamento, a castração de fêmeas traz vantagens na saúde.
As cadelas castradas antes da puberdade (até 8 meses) ficam isentas da chance de terem câncer nos ovários ou no útero, já que não terão mais esses órgãos. As chances do câncer de mama caem a quase zero, além do problema da gravidez psicológica diminuir bastante.

Idade ideal

Até o início da puberdade (até 8 meses de idade), a castração é bem mais vantajosa.
A operação nessa idade ajuda a evitar alguns problemas que podem surgir se não for feita a , e que mais tarde são difíceis de se resolver.
Outra vantagem é que os cães castrados antes da puberdade tendem a ser mais brincalhões, e mais bem aceitos por outros cães e suas brincadeirassão menos brutas.
No caso das fêmeas, a cirurgia nessa idade é mais eficaz na prevenção do câncer de mama.

Já cães de pastoreio e caça não devem ser castrados antes dos 2 anos de vida (quando atingem a maturidade sexual), senão seus instintos naturais podem não se firmarem bem. Cães de exposição não podem ser castrados, senão não podem participar dos eventos.

Mitos e folclores

  1. Cães castrados engordam demais - se uma rotina diária de exercícios for mantida e a dieta for reduzida em 10 a 20% de calorias, não há muito o que preocupar.
  2. Cães machos ficam mais estáveis quando cruzam - não é verdade. Dependendo das disputas, o acasalamento pode até deixá-los instáveis emocionalmente.
  3. As fêmeas amadurecem após serem mamães - na maioria dos casos, as fêmeas cruzam no 2° ou 3° cio, idade em que estão atingindo sua maturidade emocional naturalmente. Assim, não sabendo que é época desse amadurecimento natural, as pessoas relacionam o fato da cadela ficar mais responsável e calma com o cruzamento.
  4. A falta de prática sexual causa sofrimento - isso se aplica justamente aos cães que não são castrados, que podem cruzar.
  5. Se castrado, um cão-de-guarda não será mais eficiente.Como já vimos, a castração não afeta o desempenho do cão na guarda, que é determinado por seus instintos territoriais e de caça, sem falar no treinamento.
  6. Cães castrados têm mais problemas de saúde - pelo contrário, eles têm as chances de cânceres reduzidas ou eliminadas.
Fonte : http://www.overdogs.com.br/


Tabela de Diagnósticos

Tabela de Diagnósticos


O objetivo desta tabela é ajudar na identificação das doenças mais comuns aos cães, identificando os distúrbios e assim possibilitar o socorro rápido e eficiente do animal.


Modo de consulta:

1 - verifique os sintomas
2 - verifique quais as doenças e/ou distúrbios são causados por este(s) sintoma (s)

Exemplo: o cão apresenta sede excessiva, inchaço abdominal e tumefações, sob cada um deles há uma lista de doenças, mas somente HIDROPISIA está indicada em todos os três sintomas. É possível que este seja o problema.




Obs.: Esta tabela não substitui a assistência do médico veterinário, ele é a única pessoa indicada para prescrever remédios e tratamentos.

* Amarelecimento dos tecidos
icterícia
doenças do fígado
piroplasmose
leptospirose
envenenamento


* Alterações na Pele
sarna
acne
queimaduras
parasitas


* Amenia
hemorragia
falta de ferro
piolhos
parasitas internos ou externos
piroplasmose
envenenamento
tumores


* Baba excessiva
problemas nos lábios
feridas na língua
convulsões
mordidas de insetos
encefalite
dentes soltos ou quebradiços


* Calafrios e tremores
resfriado
eclâmpsia (cadelas grávidas)
envenenamento
intoxicação


* Cegueira
cinomose
glaucoma
catarata
opacidade da córnea
avitaminose
outras doenças oculares


* Diarréia
enterite
parasitas intestinais
envenenamento
parvovirose
administração de leite a cães não habituados com este alimento
cansaço por excesso de movimentação


* Dificuldade em comer
corpos estranhos na boca ou na garganta
mordidas de insetos
feridas na língua
dentes soltos
úlcera na boca
doenças na boca
tonsilite
envenenamento por chumbo


* Emagrecimento
desnutrição
diarréia
doenças nos rins
doenças do fígado
diabetes
tuberculose
tumores


* Espirrar e fungar
resfriado
cinomose
doenças no nariz
pneumonia
tumores
nariz curto hereditário (buldogues por exemplo)


* Falta de apetite
mudança de dieta
hipernutrição
parasitas intestinais
envenenamento
intoxicação
tumores


* Gemidos e choros
prisão de ventre
problemas nos ouvidos
corpos estranhos
doenças da pele
problemas nos dentes
envenenamento
encefalite
pulgas
abscessos nas glândulas anais


* Inchaço abdominal
anemia (nos filhotes)
distúrbios na bexiga
gases no estômago
hidropisia/obesidade/metrite
aumento de um órgão (fígado, baço)
parasitas intestinais
gravidez
tumores
excesso de alimentação
excesso de água (veja sede excessiva)


Fonte:http://www.overdogs.com.br/




* Inchaço
hérnia
bócio
abscessos
hematoma
fístula salivar
tumores
raquitismo
hidropisia
alteração das glândulas linfáticas


* Movimentação da cabeça
ferida ou úlcera no pavilhão auditivo
otite
parasitas na orelha
pulgas, piolhos, carrapatos
* Muco nasal
cinomose
pneumonia
resfriado
parasitas no nariz


* Mau hálito
doenças na gengiva
problemas dentários
tártaro
feridas na língua
úlceras na boca
corpos estranhos entre os dentes
problemas nos lábios
doenças renais
prisão de ventre
envenenamento por ácidos ou cáusticos


* Paralisia
trauma na espinha dorsal
intoxicação
colapso
raiva


* Perda anormal de pêlo
sarna
eczema
período de aleitamento
queimaduras
diabetes insípido
doenças da pele
mudança periódica de pêlo (normal nesse caso)


* Respiração curta
anemia
doenças do coração
enfisema pulmonar
pleurite
parasitas do aparelho respiratório
hérnia do diafragma
pneumonia
parto próximo


* Relaxamento abdominal completo
oclusão intestinal
enterite
corpos estranhos
peritonite
envenenamento
tumores
inflamação estomacal
trauma no cólon
úlcera


* Sede excessiva
alimentos muito salgados
alimentos muito secos
doenças nos rins
diabetes
hidropisia


* Vertigem
acidentes na rua ou em caçadas
doenças do ouvido
hemorragia cerebral
encefalite


* Vômito
vermes no estômago e no esôfago
ingestão de pêlos
envenenamento
corpos estranhos no estômago e no intestino
hérnia estrangulada
doenças dos rins
peritonite
oclusão intestinal
tumores
distúrbios urinários


* Tumefações (que quando comprimidas formam uma cavidade)
mordidas de insetos
mordidas de cobra
doenças do coração
doenças nos rins
hidropisia

fonte:www.overdogs.com

O Uso de Calçinhas Higiênicas no Cio.


A pedidos:

O uso de calçinhas higiênicas no período do cio.

O Recurso que tem sido vastamente utilizado pelos donos de fêmeas durante o período do cio é a utilização de calçinhas higiênicas. Este item evita que o animal suje a casa, o carro e outras dependências e é ideal para as cadelas acostumadas a ficar dentro de casa ou que estão sempre viajando.
A calçinha é caracterizada pelo seu formato mais leve e delicado, elaborado para não incomodar a cadela.

Seu objetivo é reter pouca quantidade líquida. Ela se encaixa no rabo por intermédio de um orifício e é fixada por adesivos ou amarrada no quadril. Contém um pequeno absorvente na região genital.
Tem que tomar cuidado para não machucar o animal, não permitir que ele coma o absorvente e não esquecer de tirar a calçinha para a cadela fazer xixi. Algumas fêmeas seguram a vontade, o que pode gerar problemas urinários.

A calçinha não impede que ela cruze caso tenha um macho por perto, pois o macho tira facilmente.
Já as fraldas, não são tão indicadas para o período do cio e sim para machos ou fêmeas que apresentam problemas de incontinência urinária ou fecal.
Seu formato é semelhante a de uma fralda para bebê, portanto, maior e mais grossa que a calçinha.

Como é mais reforçada, retém maior quantidade líquida e até sólida.
É bom diferenciar esses dois modelos, já que a fralda costuma ser bem mais incomoda que a calçinha, o que pode gerar uma dermatite no animal por causa do excesso de calor.
Há tb a calçinha descartável e a calçinha de pano que vem com um mini absorvente dentro.

Mon Amour Megan