Shihtzu Imperial ou Mini - Não Existe

Esse é um post esclarecedor  além do que já conhecemos sobre o padrão da raça Shihtzu, pois acredito que muitos criadores assim como nós, estão trabalhando a pureza , e a PRESERVAÇÃO  da raça , bem como a genética, enquanto  alguns "criadores" estão destruindo as caracteristicas reais do shihtzu, apenas para o comércio da raça.


Esse texto foi extraído do AMERICAN SHIHTZU CLUB e traduzido por mim. 


As palavras "Imperial" e "Shihtzu Mini" são por vezes utilizados para descrever um Shih Tzu Pequeno. Devem ser considerado como o que eles realmente são .... UM MITO. Freqüentemente usado por criadores antiéticos para criar um mercado para os cães que não estejam em conformidade com o padrão da raça.
Estes cães pequenos não são o que o Shih Tzu tem sido desde que foi desenvolvido como uma raça distinta na China 's palácio imperial, nem o que que deveria ser.


Talvez você leia um anúncio no jornal local, pesquisas na internet, ou conhece alguém que adquiriu um Shih Tzu, usando as palavras "imperial" ou "mini" para descrever o quão incomum e especial (e ainda mais caro????) O seu cão pode estar. O padrão oficial da raça aprovado pelo American Kennel Club (AKC) e da American Shih Tzu Club (ASTC) apela para uma faixa de peso de 9 a 16 libras , que corresponde a  4,08 Kg e 7,25 Kg respectivamente.



O padrão da raça é uma descrição escrita do cão ideal de uma raça em particular pelo qual ele é produzido e julgados em exposições caninas. Os padrões da raça são utilizados por todas as organizações caninas. A primeira norma escrita para Shih Tzu foi a do Kennel Club de Pequim, em 1938, que afirma que o peso ideal para Shih Tzu foi de 10 a 15 libras o que corresponde a  4,53 Kg e 6,80 Kg respectivamente.


Hoje, padrões da raça Shih Tzu aprovado pelos registros de cães de raça ao redor do mundo são muito semelhantes ao Kennel Clube de Pequim 1938 standard. Eles reconhecem que uma das características marcantes do Shih Tzu é que ele não é um cão frágil. É muito sólido e robusto apesar das suas dimensões relativamente compactas.


Por que alguém iria querer afastar-se do peso preconizado no padrão da raça aprovada na AKC??  Para chamar a raça de nada? mas a AKC  reconheceu o nome? Poderia ser uma moda passageira que eles criaram a fim de obter um preço maior por um cão que não atender o padrão da raça? Estes criadores em particular, deliberadamente reduziu a raça à um  brinquedo já designadas. Ao fazer isso, eles se arriscam a saúde geral e a maravilhosa características distintivas da raça que os criadores responsáveis têm trabalhado muito e bem a preservar. 


A verdade é sempre a mesma  "criadores" que, deliberadamente cruzam duas raça reconhecidas diferentes  para criar o que eles chamam de "designers dogs." 


Muitos dos "criadores" de "shihitzu mini" menos respeitáveis  alegam que o seu Shih Tzu possuem o gene "imperial". Não há nenhuma prova de que tal gene existe. A redução de tamanho ocorre por meio de cruzamento do menor cão em uma menor para outro pequeno cão de outro menor, e assim por diante. Isto não só cria Shihtzu pequenos e anormais, mas também cachorros que podem ter problemas de saúde. 


Isso não é indicativo de um "gene imperial", mas sim de práticas de criação pobres.


Um criador responsável não anuncia um shihtzu fora dos padrões ( pequeno demais )  como uma "imperial" ou "mini shihtzu" . Pelo contrário, ele é vendido como um animal de estimação, apenas como cão de companhia que não será utilizado para reprodução. 


Responsáveis criadores se esforçam para criar cães saudáveis que estejam em conformidade com o padrão da raça. O ideal do Shih Tzu é  robusto, saudável, cão ativo com boa substância para seu tamanho. Aqueles que desejam muito um pequeno animal de estimação deve escolher uma outra raça, em vez de destruir as características que tornam o Shih Tzu como um companheiro ideal. 

Tutorial Banho e Escovação do Shihtzu - Como Fazemos

Gucci

À Pedido de leitores

Banho Semanal ( Normal )

Bom, antes de começar a dar o banho você deve tirar todos os nós ( se tiver ) escovar bem tirar os elásticos e colocar bolinhas de algodão dentro no ouvido, mas não muito fundo. 
E começa o banho com água morna molhando completamente o shihtzu, logo em seguida dilua o shampoo  ( petsociety ou pantenne ) uma diluição de 3 p/5 no pantenne e 1/5 no petsociety, e usando um blister vai colocando no sentido do pêlo, sempre lavando no sentido da raiz pra baixo, pois senão embola o pêlo todo. Passa tb no bigode , na cabeça .  Depois finaliza com o condicionador fazendo a mesma coisa.

Banho com Hidratação

Começa igual ao banho normal, porém depois do shampoo Pantenne  é usado o Novex da embelleze ( não ganho nada por essa divulgação, apenas gosto do produto e recomendo ). Não precisa diluir , coloca no pêlo e faz movimentos no sentido do pêlo, massageando. Isso você pode fazer por uns 10 minutos.
Depois tira e coloca o condicionador Pantenne e pronto. Isso pode ser feitos de 15 em 15 dias , uma semana sim outra não, levando em conta que você dá banhos 1x por semana ( recomendado ).

Ps: Não esquecer de tirar o algodão de dentro do ouvido 

Cauterização

Cauterização é uma hidratação profunda que sela as escamas dos fios e suaviza as pontas duplas, o que permite eliminar o aspecto arrepiado dos cabelos.
O ideal é que se use shampoo anti residuos ou de limpeza profunda ( mas se não tiver não tem problema ). Acho que da petsociety tem.
Ele serve para abrir as escamas do pêlo /cabelo para receber o produto para hidratação. 
Bom, então você utiliza o Novex ou outro hidratante , faz o procedimento de cima, e depois passa o cauterizador que tem da petsociety, o nome é "liss ease" deve ter de outra marca, talvez da empório pet, eu não tenho certeza.( mas esse não é diluido ) Faz a massagem no sentido dos pêlos novamente , deixa agir e pode tirar.

Secagem

Eu uso o secador de petshop é mais rápido secar.
Eu dou uma escovadinha molhado mesmo, pra não ficar muito embaraçado, e começo a secar, em um sentido só, começo pelas laterais, e vou escovando...
Deixo a cabeça por último, mas pode tb começar pela cabeça.
Se tiver nós, vai tirando ( melhor se o nó estiver seco ).
Pode-se usar o talco para ajudar a tirar os nós ou até o finalizante "charming gloss" que eu uso qdo não tem o "Moisturizing Protector & Enhancer Spray" da Allsystem. ( Esse é o melhor que existe na minha opinião! ).

Quando já estiver seco, coloco o charming gloss e vou escovando bem.
Faço a chuca e por final coloco silicone ( reparador de pontas ) apenas nas pontas e nos pêlos novos que nascem na raiz.

Outras Coisas

Quando precisa faço a tosa higiênica , faço a barriguinha até a terceira teta no máximo, faço as patinhas ( apenas dentro da almofada ) 
A tosa na bundinha ,e tb faço a trufa tudo com a máquina ( Muito cuidado ao fazer se não souber fazer , não faça!)
Tiro os pêlos de dentro do ouvido ( qdo tem )  com um pó depilatório da petsociety , coloco a loção para limpeza e corto as unhas.
Pode fazer isso depois ou antes do banho.


Produtos que uso 

Bom, eu uso de shampoo: Pantenne ( shampoo e condicionador )
Petsociety Shampoo/Condicionador / e Tonalizante branco.
Pure White Lightening Shampoo da allsystem 
Super Rich ProteinLotion Conditioner da allsystem 
Moisturizing Protector& Enhancer Spray" da Allsystem ( Finalizante)
Charming Gloss ( Finalizante)
Reparador de Pontas.
Não uso perfume.

As fotos dos produtos que uso estão nessa postagem :Produtos que usamos



Produtos Indicados Para o Grooming Do Shihtzu

Segue os produtos que usamos em nossos Shihtzus para grooming:


Produtos  Pet Society

Finalizante que usamos qdo não tem o da allsystem, muito bom!!!

Finalizante Allsystem
Shampoo e Condicionador Allsystem









Toalha mágica para secar após o banho
Máquina para acabamentos Pro Arte
Chapinha


Elásticos para topete e/ou manutenção
Talco para tirar nós
Escova allsystem
Pente de Teflon antiestático
Alicate para cortar as unhas
Tesoura Redonda para as patas

Shihtzu Americano X Shihtzu Europeu

São dois padrões da raça, ambos aceito pelas normas.
Existem algumas diferenças como vocês podem ver

abaixo :

Americano
Americano




Americano

 O Shihtzu Americano, ele tem o pescoço um pouco mais 

comprido que o do Europeu, é mais quadrado em

relação ao comprimento , é mais alto, e tem o rabinho

um pouco mais curto.



Europeu
Europeu

Europeu
 

O shihtzu Europeu , pescoço curto , corpo mais

comprido, mais baixinho e rabinho maior.

Fora esses dois padrões não existe mais nenhum tipo.



Mas gostamos de ambos que são lindos!!!



A Guia Ideal Para Seu Shihtzu



Muitas pessoas já me perguntaram qual a guia certa para usar com seu shihtzu no passeio...

Existem as peitorais, (aquelas que envolvem o peito do cachorro), as guias de pescoço normal, e tb tem uma que envolve as perninhas com o peito , (essas acima são as mais comuns em petshops), devem ter mais, mas que eu lembro são essas.... Nenhuma delas é boa o bastante, elas só incentivam ao seu cão a puxar e conduzir o passeio, e além de tudo podem até prejudicar.

Por exemplo a peitoral, ela força o cachorro a puxar o dono, não tem como , a forma dela é pra puxar , assim como os cães de trenó, é peitoral. O cão nunca vai obededer, ou seja andar ao seu lado, ela " deforma " e isso para um filhote como para um adulto pode ser prejudicial.

A de pescoço, se o cão puxa, enforca.... dificil tb.
As que prendem as patas com o peito, o mesmo problema da peitoral.

E a melhor opção, é a guia de exposição... simples e muito útil, na minha opinião: A melhor.

Eu tb usava a peitoral no começo, mas depois optei pela guia de exposição , assim qdo comecei a entrar em pistas com as minhas cachorras.

Dpois que eu conheci a guia de exposição, nunca mais larguei, tenho várias e de várias cores,e de vários tecidos é apenas uma corda com um feche, vc prende antes do pescoço do cão, no ossinho do maxilar e fecha... não enforca e o cão anda sempre com a cabeça erguida, anda sempre ao seu lado, não tem como ele ficar procurando por algo... sempre matenha a guia levantada , claro que se o seu cão quiser parar para fazer as necessidades, vc deixa um pouco solta a guia na sua mão e pronto, depois mantenha a posição. Pq além de tudo isso o cão mantem a postura correta ao andar.

No começo o seu cão vai achar ruim, vai pular, esperniar ( alguns não ), mas incomoda sim até aprender a andar nela. Mas eu sempre falo, tem que insistir até o cérebro do cão "entender" que ele tem que se acalmar e andar na guia , que é uma coisa boa. O legal é distrair ele com outra coisa, passear em um lugar diferente, levar petiscos, etc...

Essas guias como eu falei tem de várias cores, modelos e tecidos.
Tem modelos que são mais finos, outras mais largas, outras largas só onde pega no pescoço e os tecidos tem de pano, couro, e cetim.

Essas guias não tem em petshops, vc compra pela internet em alguns sites , elas variam de 15,00 a 50,00 mais ou menos.
Alguns sites que vendem:



E nas próprias exposições tb vendem.

Espero que tenham gostado do post!
Bjinhos

Fitoterapia & Animais



A Pedidos de leitores um post sobre "Fitoterapia". Espero que gostem! :D

O que é?

Fitoterapia é a manipulação de plantas e ervas, para o equilíbrio corporal, mental, emocional e espiritual e redução de sintomas. As plantas devem ser ingeridas na forma de chás ou líquidos.

A palavra “fitoterapia” vem do grego “phyton” que significa “vegetal” e terapia está relacionada a tratamento. Fitoterapia é o tratamento através de plantas e ervas terapêuticas in natura ou secas, extratos, pomadas, chás, tinturas e cápsulas sem a utilização de princípios ativos isolados.

Planta terapêutica é uma planta que contém substâncias bioativas com propriedades curativas, preventivas ou paliativas. Muitas destas plantas são venenosas ou tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas para terem o efeito benéfico desejado. Portanto, o tratamento com fitoterápicos deve ser recomendado por um profissional especializado.

Existe um grande número de espécies em todo o mundo, usadas desde tempos pré-históricos no tratamento popular dos diversos povos. As plantas são utilizadas pela Fitoterapia e suas propriedades são estudadas nos laboratórios das empresas farmacêuticas, a fim de isolarem o princípio ativo e assim, produzir novos fármacos.

Ao contrário da crença popular, o uso de plantas para tratamentos não é totalmente livre de riscos. Além do princípio ativo terapêutico, a mesma planta pode conter substâncias tóxicas - a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir reações alérgicas, pode haver contaminação por agrotóxicos ou por metais pesados e interação com outros tratamentos. As plantas de uso terapêutico não podem substituir todos os medicamentos sintéticos, tais como antibióticos de largo espectro, corticóides, e outros.

A Fitoterapia abrange conceitos das Medicinas Tradicionais Indiana e Chinesa. Da Medicina Indiana utiliza o conceito de chakras, circulação de energia, alimentação, etc. Da Medicina Chinesa a Teoria dos Cinco Elementos, a correlação entre emoções, órgãos e desequilíbrios, circulação de energia, alimentação, etc.
Através de dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), constata-se que o uso de plantas medicinais pela população mundial tem sido muito significativo nos últimos anos, sendo que este uso tem sido incentivado pela própria OMS. O mercado de fitoterápicos, cada vez mais ganha destaque, em especial nos Estados Unidos e na Europa – na Alemanha, por exemplo, o uso de fitoterápicos cresce 30% ao ano e nos Estados Unidos evoluiu 380% nos últimos dez anos.

A Fitoterapia utiliza as plantas para o tratamento de vários desequilíbrios do organismo como um todo, holisticamente – para recuperação e manutenção da saúde. Por ser uma ciência muito antiga, pode-se afirmar que é precursora da medicação nos tempos atuais. Ela surgiu independente e espontaneamente na maioria dos povos. Foi utilizada no Antigo Egito, Assíria, Índia - na China, surgiu por volta de 3000 a.C. quando o imperador Cho-Chin-Kei descreveu as propriedades do ginseng e da cânfora. Era conhecida por Hipócrates, Teofrastos, Crateus, Dioscorides, Plínio, etc.. Mas não somente isso – como ensina Henrique Vieira Filho, terapeuta holístico, presidente do SINTE: “É fascinante o modo como os animais cuidam de si por meio das plantas. Quantos de nós já assistiram documentários sobre o tema: grupos de macacos que fazem uso de mais de trinta espécies de fitoterápicos, quer seja para alívio digestivo, expurgo de vermes, cicatrizações, dentre outras utilidades…Pássaros que trazem ao ninho plantas inseticidas, além de ervas aromáticas que proporcionam a absorção dos óleos essenciais através das cascas dos ovos, gerando filhotes mais sadios e resistentes… Roedores que untam sua pelagem com sumos expremidos de plantas, protegendo a si mesmos da ação de parasitas…Na verdade são incontáveis os exemplos que provam que a Fitoterapia existe muito antes da própria humanidade”.

A Fitoterapia está, cada vez mais, sendo utilizada ao redor do mundo por seres humanos, e como consequência, em seus animais de estimação. Com a Fitoterapia o tratamento é eficaz e não apresenta significativos efeitos colaterais.

De acordo com Cristina Regner, especialista em fitoterapia há quinze anos e diretora-técnica da Fitovet (www.fitovet.com.br), empresa pioneira especializada em produtos fitoterápicos para animais, localizada em Taquara (RS) um dos principais atrativos desses medicamentos é a capacidade de propiciar o mesmo resultado que as terapias químicas e sintéticas por meio de princípios ativos naturais extraídos de plantas medicinais, em um curto intervalo de tempo. Ela ressalta que a vantagem desse tratamento é a possibilidade de usar ativos capazes de manter os animais com boa qualidade de vida, além de aumentar e reforçar a imunidade do animal auxiliando na manutenção da sua integridade física e saúde.

Os fitoterápicos são benéficos com ação cicatrizante, antiinflamatória, anti-septica, dermatológica, analgésica, ansiolítica, etc.. O cálculo da dosagem para animais é geralmente baseado na sua área de superfície corporal (BSA, body surface area). Embora os métodos de cálculo sejam os mesmos, tanto para clientes humanos como animais, existem diferenças nos níveis de dosagem de medicamentos e nos valores da BSA.

Assim, a Fitoterapia Brasileira é uma Terapia Holística, Não Convencional e Vibracional, afinada com a Medicina Tradicional Chinesa e a Medicina Tradicional Hindu, utilizadas há pelo menos, cinco mil anos. E, seus efeitos benéficos podem ser comprovados pela eletrografia – fotografa-se o campo bioelétrico antes e depois do indivíduo (humano ou animal) ingerir um extrato de plantas, etc. Portanto, o enfoque terapêutico dado à Fitoterapia Brasileira é energético – plantas são utilizadas para restabelecer o estado de equilíbrio energético dos corpos sutis e do corpo físico. Como ensina Henrique Vieira Filho, presidente do SINTE: “A Fitoterapia é mais antiga até que a própria humanidade (os demais animais já dela se utilizam muito antes de nós…).

Use de forma segura e consciente – para você e seus Animais:

- Procure orientação do profissional antes de usar qualquer composto;
- Adquira o vegetal de fontes seguras;
- Antes do preparo, lave as mãos e os utensílios a serem utilizados;
- A água utilizada nas preparações deve ser filtrada ou mineral;
- Utilize o preparado por até doze horas;
- A preparação quente que contenha ervas aromáticas deve permanecer tampada até que esfrie por completo;
- Utilize utensílios como o vidro, cerâmica, ágata e porcelana que não liberam resíduos tóxicos na hora do preparo;
- As ervas podem ser variadas para que o organismo não se “acostume”, evitando a redução de sua eficácia;
- Evite longas terapias, já que o uso de medicação natural não significa total ausência de efeitos colaterais ou tóxicos;
- Evite o uso associado de plantas medicinais com medicação alopática;
- Indivíduos mais vulneráveis como crianças, mulheres grávidas ou em lactação, devem evitar o consumo de plantas medicinais;
- Em caso de efeitos adversos, deve-se interromper o uso;




Fontes: Kali Nardino, consultor farmacêutico da Divine Shen; Sérgio Panizza, presidente do Conselho Brasileiro de Fitoterapia.

Otite - O que é?


1 - O que é otite?
R - Trata-se da inflamação desse órgão da audição. E como o mesmo compreende várias partes , necessário se faz seu conhecimento anatômico.

2 - Qual é a anatomia do ouvido?
R - Pode ser dividido para efeito didático em ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno, porém interligados entre si. O ouvido externo compreende o pavilhão auricular (orelha), o meato acústico externo também chamado de canal auditivo externo e o tímpano, este última uma membrana delgada que por assim dizer separa o ouvido externo do médio. O ouvido médio é a câmara onde situam-se três ossículos (martelo, estribo e bigorna) interligados entre si e que servem como meio de ligação com o ouvido interno. Nessa câmara onde situam-se referidos ossículos, existe um canal de ligação do ouvido médio com o faringe, denominado Trompa de Eustáquio. Ouvido interno, a parte mais especializada e portanto também mais delicada e importante de todo o ouvido, onde existem os chamados Canais semicirculares, a Cóclea e o Nervo acústico, este último ligando todo o conjunto diretamente ao cérebro. Notaram todos portanto, que conforme sejam atingidas essas diferentes porções do ouvido, a otite se revestirá de maior ou menor gravidade, recebendo também denominações diversas, como otite externa (apenas ouvido externo inflamado), otite média (apenas ouvido médio inflamado), e otite interna (esta a mais grave pois atingindo os canais semicirculares determinará transtornos do equilíbrio por ser esse o órgão responsável pelo nosso sentido espacial. Atingindo a cóclea, será a doença denominada labirintite (devido ser tal órgão também chamado de labirinto), e assim por diante.




3 - O que causa a otite?
R - Podem causar otites, germes ou fungos infecciosos quando nesse órgão instalados, que podem ali penetrarem, tanto a traves do exterior pelo canal auditivo externo, quanto também a traves do faringe pela Trompa de Eustáquio.

4 - Como podemos prevenir essa doença em nossos cães?
R - Primeiro, cuidando da limpeza do canal auditivo externo e das próprias orelhas de nossos cães, e em segundo lugar, cuidando e tratando quando os mesmos acometidos por doenças da garganta, pois daí também, pode a infecção progredir e atingir o ouvido.

5 - Como proceder para a boa limpeza dos ouvidos dos cães?
R - Com um cotonete para os cães pequenos, ou um chumaço de algodão na ponta de um estilete flexível ou pinça para cães de maior porte, umedecemos esse algodão com uma solução de alcool-éter (em partes iguais), e com esse cotonete limpamos e removemos a cera existente no conduto auditivo e nas próprias orelhas. Especial cuidado na limpeza do conduto auditivo externo, em sua parte mais profunda, a fim de não lesar o tímpano ali localizado. A freqüência que essa limpeza deve ser feita, dependerá da raça de seu cão: Os cães das raças que tem as orelhas eretas, como o Pastor Alemão, necessitarão limpezas mensais. Já os cães de raças que tem as orelhas caídas, como aqueles da raça Cocker Spaniel, a limpeza deve ser feita mais freqüentemente (cada 10 dias).

6 - Como perceber se meu cão está com otite?
R- O sintoma mais evidente é o ato do mesmo coçar com as patas tal região da cabeça, ou então sacudir freqüentemente a cabeça. Mais evidente, quando ocorrer secreção purulenta pela orelha, o que denota a infecção já estar ali instalada e latente, e quando a otite é unilateral (apenas um dos ouvidos), o ato do cão manter a cabeça inclinada para esse lado inflamado.

7 - Como tratar um cão com otite?
R - Muitas vezes o simples ato de proceder à limpeza dos ouvidos, quando a otite é apenas externa, é suficiente para sanar o mal. Porém, quando a infecção já atingiu o ouvido médio ou o interno, necessário se faz tratamento mais especializado, inclusive com administração de antibióticos por via geral (parenteral ou oral), e mesmo nebulizações da garganta com medicação apropriada. Nessa caso, a recomendação, é procure um veterinário competente, que este deverá estar capacitado para lhe indicar a melhor terapêutica.

Apenas uma recomendação final: Nada de pânicos em caso de otites, pois tenha em mente que o próprio organismo animal tem meios de defesa tanto para essa quanto para outras infecções. Cuide de seu animal como cuida de si mesmo: com cuidado e atenção , tanto quanto seu asseio quanto sua alimentação, e propiciando ao mesmo exercícios físicos e carinho. Nada além disso.


Carmello Liberato Thadei (Médico Veterinário - CRMV-SP-0442)
São José do Rio Preto - SP

Fonte do texto: http://www.saudeanimal.com.br

Pulgas e Carrapatos Como Prevenir

São raros os donos de cães ou gatos que já não tenham enfrentado uma infestação de pulgas em seus animais. E como é difícil acabar com elas... As pulgas se reproduzem com uma velocidade e facilidade incríveis e, se a infestação não for combatida logo no início, o problema toma proporções assustadoras. Mas, para combatermos essa pequena praga doméstica, temos que entender bem como elas vivem e se reproduzem, para que os métodos corretos de extermínio sejam usados. Sem esse conhecimento, há pessoas que chegam a intoxicar seu cão ou gato com produtos inseticidas, mas as pulgas continuam lá...

E como um cão que pega uma pulga na rua pode chegar a ter "1 milhão" delas em pouco tempo? Os cães se infestam de pulgas nas ruas. Mas esta, normalmente, é uma infestação pequena. Essas pulgas são levadas para casa e lá elas vão encontrar muitos locais para fazer a desova (postura dos ovos). É importante saber que as pulgas põem seus ovos no ambiente e é este o responsável pelas grandes infestações de pulgas nos animais. A pulga apenas se alimenta no cão ou no gato sugando seu sangue. No ambiente ela coloca os seus ovos.

Na presença de calor e umidade (nas estações mais quentes, principalmente) os ovos eclodem, viram larvas que se alimentam de poeira e detritos; as larvas viram adultos, que atacam os animais em busca de alimento. Assim, o pobre animal é apenas o culpado indireto por uma grande infestação de pulgas. Seu erro foi trazer a pulga para casa. O ambiente é o responsável por "produzir" aquelas milhares de pulgas que tiram o sossego dos cães e de seus donos.
Sabendo disso, concluímos que tratar apenas o animal (cão ou gato) numa grande infestação é um erro. Você vai estar matando algumas pulgas.
A maior quantidade delas está nas frestas do piso, pilhas de papéis, tapetes e carpetes, na forma de ovos, larvas ou pulgas adultas.






Mas como a casa ficou infestada de pulgas e eu não senti nenhuma picada? A pulga é espécie-específica, ou seja, existem pulgas que atacam humanos e outras que picam animais.
A pulga de cães e gatos não vai atacar as pessoas enquanto ela tiver disponível uma fonte de alimento. Assim, quem sofre é o animal. E o processo é tão rápido que, quando você olha o cão ou gato por ele estar se coçando muito, dezenas de pulgas já podem ser vistas, principalmente na região do abdomen (barriga) e em volta do ânus e cauda.

Grandes infestações de pulga no ambiente fazem com que elas, na ausência de alimento suficiente, passem a picar também as pessoas da casa.
Resumindo, como as pulgas só atacam os animais, o problema passa desapercebido e, quando é descoberto, já tomou grandes proporções com a infestação do ambiente. E como eu vou acabar com essa "praga"? Já vimos que o problema não é apenas o cão. Para avaliarmos a extensão da infestação, faça um teste simples.

Dê um banho anti-pulgas no seu animal e procure certificar-se que foram mortas praticamente todas as pulgas. Após secá-lo bem, solte-o na casa, mas não o leve para a rua. Uma hora mais tarde, verifique se o seu cão está com pulgas.

Considere:
- uma ou duas pulgas foram encontradas : seu cão tinha uma pequena infestação e, provavelmete, pegou num passeio.
Neste caso, o ambiente ainda não está infestado.
- várias pulgas foram encontradas : sua casa possui um ou mais focos de pulga.
O ambiente tem que ser tratado, assim como o cão.
Sabendo agora o nível de infestação do cão e da casa, tomamos as medidas necessárias.

Na casa : dedetização, 2 aplicações com intervalos de 3 a 4 semanas, ou uso semanal, no ambiente, de produtos anti-pulgas da linha veterinária (consulte o seu veterinário), até acabar com a infestação.


No cão : banhos anti-pulgas semanais e aplicação de produtos anti-pulgas tópicos de longa duração, ou a critério do seu veterinário.
importante:

Nunca use inseticidas contra insetos ou baratas no seu animal;
Filhotes, fêmeas gestantes e gatos, não devem ser banhados com produtos inseticidas; CONSULTE O VETERINÁRIO antes de usar qualquer produto anti-pulgas; banhos anti-pulgas devem ser dados com o cuidado do animal não lamber o produto durante o banho.

O mesmo para o uso de talcos. A ingestão do produto pode causar intoxicação;
animais com ferimentos abertos (feridas ou queimaduras) não devem ser tratados com produtos anti-pulgas tópicos (para passar, banhar ou aspergir). E é possível prevenir a infestação de pulgas?

O controle da infestação de pulgas se faz através de medidas simples:

1. banhos anti-pulgas frequentes (quando for possível);


2. uso de produtos anti-pulgas de longa duração em gotas para aplicar topicamente ou spray;


3. deve-se evitar o uso do carpete em casas que têm animais. Pisos "frios" e bem rejuntados, sem frestas, evitam a proliferação das pulgas;

4. usar produtos anti-pulgas nas casinhas dos cães periodicamente. Tapetes ou cobertores de uso dos animais devem ser lavados com frequência;


5. tosar os animais nas épocas mais quentes, para se controlar melhor as pulgas e facilitar os banhos;


6. alguns locais como praças, canteiros e jardins, podem ter focos de pulgas, por serem frequentados por muitos animais. Se você perceber que o cão volta se coçando dos passeios, evite esses locais. Sempre que seu animal tiver uma infestação de pulgas, você deve consultar o seu veterinário para que ele prescreva um vermífugo para o seu cão ou gato.

As pulgas podem transmitir vermes e causar anemia, além de perturbar e até mudar, temporariamente, o comportamento do seu animal, que vai ficar mais irritado, impaciente e exausto de tanto se coçar. Alguns cães chegam até a se mutilar, causando ferimentos graves pela coceira.


Não espere seu cão ter pulgas, comece a combatê-las desde já
.


CONTROLE DE CARRAPATOS



A infestação de carrapatos no cão, além de causar um incômodo muito grande ao animal pela coceira que provoca (reação alérgica), pode causar anemia e transmitir doenças como a Babesiose , a Erlichiose e a Febre Maculosa. A anemia no cão pode ocorrer nas grandes infestações, uma vez que o carrapato se alimenta do sangue do animal. Mas não é necessário uma grande quantidade de carrapatos para que a Babesiose ou a Anaplasmose sejam transmitidas.

Às vezes, um ou dois carrapatos que estejam carregando formas infectantes dos protozoários causadores dessas enfermidades são o bastante para que o cão contraia uma dessas doenças.
Assim, o controle do carrapato deve ser constante e qualquer sinal de apatia, febre, falta de apetite e mucosas (gengivas ou conjuntiva) pálidas em cães que costumam ter carrapatos, é motivo de uma visita ao veterinário e um exame de sangue, para detecção da Babesia ou da Erlichia.
Elas são tratáveis quando diagnosticadas a tempo.
Mas o que fazer para evitar que o cão pegue carrapatos? Infelizmente, não há nenhum esquema de tratamento preventivo. Se o cão frequenta áreas infestadas por carrapatos, ele certamente irá pegá-los.

Regiões com vegetação em sítios ou fazendas, são os lugares mais comuns. Porém, existem muitos casos de pessoas que tem problemas com carrapatos dentro de seus canis ou quintais. Às vezes, num passeio a uma praça ou parque, o cão pode se infestar.
E como combater o carrapato? Assim como as pulgas, o carrapato não é um problema só do animal, mas sim do ambiente.
O carrapato, em todos os seus estágios de vida (desde larva até adulto), é muito resistente. Assim, combater o carrapato é difícil.
Você pode eliminá-lo do cão facilmente com banhos carrapaticidas, porém, o inimigo que você não vê, ou seja, os ovos e larvas, estão no ambiente e nele sobrevivem durante muitos meses. Assim, muitos são os casos de proprietários que vivem combatendo o carrapato no cão, mas nunca conseguem exterminá-lo por completo.
Um outro detalhe é que os carrapatos colocam seus ovos na vegetação e também em frestas das paredes e piso. Dessa forma, todos esses lugares tem que ser tratados e não os cães somente.
Um combate eficaz ao carrapato inclui: No animal: banhos carrapaticidas.

Quando a infestação é grande , repetir os banhos a cada 15 dias;
animais de pêlos longos devem ser tosados no verão, época em que o calor e umidade fazem com que a incidência de carrapatos aumente muito; produtos carrapaticidas de longa duração, em gotas para aplicação tópica (local) ou spray, podem ser aplicados, a critério do veterinário.

No ambiente:
uso de carrapaticidas: aplicar nos canis, casinha dos cães, em plantas e canteiros, atentando para frestas nas paredes ou pisos e ralos. Repetir o tratamento a cada 15 dias; Em canis de alvenaria, o uso da "vassoura de fogo" é muito eficaz.

O calor irá destruir todos os estágios do carrapato. Repetir o tratamento a cada 15 dias;
Se possível, fechar todas as frestas existentes nos canis ou paredes dos quintais, assim como no piso; Mude de produto a cada 2 ou 3 aplicações, para que o carrapato não desenvolva resistência e o tratamento passe a ser ineficaz.

Importante: Filhotes, fêmeas gestantes e gatos não devem ser banhados com produtos carrapaticidas. CONSULTE O VETERINÁRIO antes de usar qualquer produto. banhos carrapaticidas devem ser dados com o cuidado de não permitir ao animal lamber o produto durante o banho.
A ingestão pode causar intoxicação grave.
animais com ferimentos abertos (feridas ou queimaduras) não devem ser tratados. existem carrapaticidas para uso em cães, porém, muitas vezes são recomendados produtos de uso em bovinos e cavalos. AS DOSAGENS SÃO DIFERENTES.

Alguns que conheço e são bons : Frontiline ampola / Spray e Revolution.


Retire os animais do ambiente que irá receber o tratamento contra carrapatos até que o produto usado seque completamente.
O combate ao carrapato deve ser intensivo e durante um longo período de tempo. Nos meses mais quentes, a infestação pode voltar e os cuidados devem ser redobrados. Nas áreas em que há carrapatos em qualquer época do ano, o tratamento deve ser constante.

Fonte: http://www.aunimal.hpg.ig.com.br

Posse Responsável


A presença do dono é muito importante para que o animal se sinta feliz, caso contrário , se ficar muito tempo sózinho e preso ,poderá sofrer depressão. A solidão poderá ocasionar uma alteração de comportamento, denominada ansiedade da separação.

Alguns proprietários de cães e gatos desconhecem a razão porque o animal esta defecando em locais impróprios, escavando,mordendo objetos, rasgando roupas, arranhando móveis, uivando, com anorexia ou hipertividade , e isto se deve a falta de atenção necessária.

O animal, às vezes, acaba até sendo punido pelos estragos causados, como se ele fosse culpado , quando a culpa é do proprietário, que não esta conseguindo compreender sua carência afetiva. O carinho e a atenção são essenciais para a socialização dos animais de estimação. Quando filhote, após a separação da mãe e dos irmãos de ninhada, inicia-se o período de socialização do animal (entre 2 e 4 meses), em que ele se ligará fortemente as pessoas com quem tiver contato.

A ligação implica numa relação de confiança, tornando-se a base do relacionamento entre o proprietário e o animal de estimação. Como

todo excesso traz malefício, o animal não deve ficar extremamente dependente do proprietário, isto propiciará o desenvolvimento de disturbios comportamentais associados à separação.

O cão elege o seu proprietário, aquela pessoa que lhe inspira respeito e isso quer dizer autoridade e não violência. A firmeza nos gestos e na voz é que determinarão isso. Para ele, os habitantes da casa obedecerão um escala de poder e caso ninguémtenha autoridade com ele, será ele quem assumirá a liderança, não obedecendo a ninguém. A mudança súbita no ambiente, decorrente de divórcio, falecimento e até a chegada de um novo membro na família, influenciam no comportamento do animal.

O animal precisa ser tratado com equilíbrio, exercitando bastante o físico, recebendo treinamento correto para ser obediente, desfrutar de brinquedos adequados e passeios diários, para não se estressar e manifestar um comportamento indesejado.

Quando ele é esquecido pelos que convivem com ele, resmungará como se fosse um choro, pois se sentirá menosprezado. Pode perceber que se ninguém ligar para o resmungo dele, acabará latindo para chamar a atenção.

A linguagem dos cães não é difícil de ser compreendida e, na verdade, é bastante simples. No contato com as pessoas, eles utilizam todos os recursos físicos para se comunicarem:

- Cabeça e orelhas viradas para uma determinada direção: significa que o cão escutou algum barulho e quer localizá-lo eidentificá-lo;

- Cauda balançando para os lados: se ela estiver na posição normal, significa alegria;

- Cauda levantada: o cão está pronto para a briga com outro cão;

- Cauda levantada e balançando: quer dizer alegria e segurança;

- Cauda baixa: insegurança;

- Cauda parada: inquietude;

- Cauda entre as pernas: medo;

- Cauda entre as pernas: o cão está precisando de alguma ajuda, porque está “apertado” para fazer as suas necessidades;

- Cheirar o rabo de outro cão: é uma forma de conhecer outro cão e de o cumprimentar, além de o identificar pelo seu cheiro pessoal, produzido pela sua glândula anal, uma verdadeira “carteira de identidade”;

- Dar voltas e girar no mesmo lugar, antes de se deitar e, às vezes, arranhando o local (terra, tapetes, etc.), com as unhas: é um hábito adquirido dos seus antepassados selvagens que, assim, preparavam a sua “cama” para dormir e que, para isso precisavam amassar o capim e preparar o local para se deitar;

- Deitar de costas, com a barriga para cima: os cães agem assim quando:

* estão muito alegres e querem brincar “dizendo”, com isso, como estão felizes com a brincadeira;

* quando se sentem ameaçados, portando-se como seus antepassados selvagens, deitando-se de barriga para cima, para mostrar a cor clara do seu ventre, em sinal de submissão;

* quando brigam e perdem, tomam essa posição, “se entregando”, indicando que não querem mais brigar;

- Ficar se esfregando no dono, principalmente na sua perna: significa que o cão que ser acariciado;

- Dar “cutucadas” com o focinho: é a maneira de chamar a atenção da pessoa que está perto dele para, geralmente, pedir alguma coisa;

- Lambidinha: é a maior prova de afeto que um cão, de qualquer idade, pode dar a uma pessoa, lambendo-lhe o rosto e as mãos;

- Latir sem parar: significa que o cão está disposto a atacar algum intruso, homem ou animal, para defender o seu “território”, seus pertences, sua comida, sua fêmea, seu dono ou outra pessoa de sua família. Nesse caso, mostra os dentes, fica com a cara e o focinho franzidos e as orelhas para traz, mostrando que está pronto para atacar.

www.animalivre.com.br

Marca de Produtos Brasileiros e Importados


Muitos(as) leitores(as) estão me pedindo dicas de produtos e mais especificamente marcas de produtos bons, lideres de mercado mundial  na área de grooming ,que obviamente são importados.

Não são apenas shampoos, são condicionadores, hidratantes, cauterizadores, clareadores, máscara, tonalizantes, escovas, etc.. tudo especificamente para tipos de pêlos diferentes.

Produtos para tratamento a longo e a curto prazo.

Marcas de produtos importados:

All system 
Pure paws
Bio groom
Pet silk
Pure pet

Marca Brasileira

Petsociety

E tb o Pantenne eh muito bom, eu uso. ( apesar de que pantenne não eh nacional, mas tem pra vender nos mercados).
Tb ouvi falar que o Elseve eh muito bom para yorkshires  , deve ser bom pra shih tzus tb!
Do pantenne pode usar tb o condicionador, máscara de hidratação.

Claro que existem mais marcas, mas as que eu conheço são essas.

Nesse site tem algumas das marcas postadas acima importadas:
petedge

E da petsociety é : petsociety


Eu indico da petsociety : o shampoo neutro, condicionador, Lissease ( cauterização ) e o tonalizante branco  no caso dos bigodes brancos , patas e bumbum. Se for preto tonalizante preto, tb tem o tonalizante dourado e variações. Mas o ideal eh usar a partir dos 6 meses, é usado em 3 banhos seguidos e depois pára por uns dias.
Tb tem um fluido desembaraçador muito bom.

Lembrando que a ordem de uso eh sempre o shampoo primeiro e por último o condicionador... se por acaso for fazer uma hidratação, clareamento ou cauterização, vc sempre faz isso depois do shampoo e deixa o condicionador por último, pois o mesmo condiciona e fecha as cutículas após a hidratação, clareamento, etc... sendo assim dura por mais tempo o tratamento.

É fácil achar esses produtos porém a maioria dos sites são amaricanos , mas eu jah vi vendendo no ML ( mercado livre ) Mas eu prefiro comprar em sites seguros por isso o ideal é achar um representante aqui no Brasil  e alguns que eu conheço são monamipetworld e uzezoo


Foto: purepaws

A Pelagem - Sua organização e importância


Agrupados, os subpêlos são todos originários de um mesmo núcleo, que está conectado a uma glândula sudorípara e a uma ou duas sebáceas. Cada grupo é formado por um pêlo, ilhado por um número variável (de 3 a 15) de subpêlos lanosos, suaves e mais finos.

O segmento dos pêlos, acima da superfície da pele, chama-se lança. A raiz fica situada num folículo piloso. Uma papila vascular, coberta pelo bulbo do pêlo, alcança o fundo do folículo. Os folículos pilosos estendem-se, obliquamente, dentro do cório a uma profundidade variada. Os pequenos músculos eretores dos pêlos são células musculares, lisas, localizadas no ângulo obtuso que o pêlo forma com a pele, da maioria dos folículos. Estimulados por terminais nervosos, a contração desses músculos provoca o eriçamento do pêlo e comprime as glândulas sebáceas, abrindo-as para lubrificar o folículo.

Os pêlos tácteis são verdadeiros órgãos e tão longos que alcançam o músculo subjacente.

As paredes dos tácteis do queixo, das faces, das vibrissas dos lábios, do ouvido externo, dos supercílios e dos cílios das pálpebras, são bastante espessas, contendo, entre a superfície externa e a interna, alguns vasos capilares e neuroterminais.

A função desses pêlos táteis, que alguns expositores costumam aparar para exibir seu exemplar bem barbeado e "limpo", por influência da cinofilia americana, na realidade, são verdadeiros órgãos, suas ferramentas de trabalho. Por exemplo: os do queixo, permitem que o cão possa seguir uma trilha de quase um quilômetro sem ralar seu queixo no chão. Os das faces, em conjunto com os dos supercílios, bigodes e os do queixo, permitem ao cão saber se, ao enfiar sua cabeça num buraco, poderá retirá-la depois. Aparar os bigodes é amputá-los, é privar seu cão dessas ferramentas naturais de trabalho.

O SUBPÊLO - Um beduino jamais conseguirá atravessar o deserto de short e sem camisa.

Sem aquelas mantas protetoras, feitas de lã, com certeza não conseguiriam prosseguir por mais de três quilômetros.

A grande maioria dos padrões de raça comenta que o subpêlo, formando um colchão de ar, entre a pelagem externa e a pele, protege o animal das intempéries, inclusive do calor.

Existem raças que possuem pelagem dupla e outras com pelagem simples e existem até raças completamente peladas.

Alguns criadores e, até mesmo, alguns veterinários querem sustentar que, em razão da mudança de clima, os cães se adaptam, perdendo o subpêlo.

A raça importada, mais antiga e com maior número de exemplares, em 60 anos, o Pastor Alemão, ainda não se adaptou.

Na última revisão do padrão da raça Rottweiler, a falta do subpêlo deixou de ser desqualificante, mas permanece como uma falta gravíssima. Na Alemanha, país de clima frio, existem muitos exemplares sem subpêlo e são altamente penalizados.

Entre as raças cuja pelagem é simples estão o Bóxer e o Dogue Alemão.

Essas raças, que ostentam, quase sempre, uma pelagem rasa de pelos duros ou sedosa de pelos longos, pode-se dizer, que já estão adaptadas à falta do subpêlo, pois, para isto, foram genéticamente planejadas. Apesar disto, durante o rigoroso inverno europeu, surgem alguns subpêlos que jamais podem apresentar-se maiores que o comprimento do pêlo.

Fazer cinofilia é estudar as razões de cada exigência dos padrões de raça, compreendê-las e preservá-las.

Fazer cinofilia é procurar não mutilar os cães só para embelezá-los. Beleza é mais do que um assunto indiscutível, é uma questão cultural, social e geográfica. Uma obra de arte africana traz uma beleza inteiramente diversa da duma obra marajoara, que por sua vez é completamente diferente da beleza duma obra renascentista, surrealista, abstracionista ou impressionista.

A preocupação fútil com a beleza é característica duma sociedade culturalmente decadente.

Bruno Tausz
Etólogo

Chega de Bafo!

Certos cheiros fortes que nossos amigos às vezes exalam têm sido motivo de constante preocupação de alguns proprietàrios de cães. Sua intensidade pode ser tanta que, além de nos lembrar que existe um cão no lar, leva à conclusão de que está na hora de tomar alguma providência urgente, porque chegou-se a um ponto em que "ninguém agüenta mais".

Analisando o problema de uma maneira geral, pode-se afirmar que o cheiro provém da boca, conduto auditivo, olhos, nariz, pele, pêlo, ânus ou dos genitais.

Problemas alimentares
As principais causas do mau hálito canino estão inicialmente ligadas a fatores alimentares como: · Permanência de restos de comida na cavidade bucal, que se prendem aos dentes e à língua e são degradados por bactérias da boca, produzindo um forte odor.

A prevenção é feita com escovação bucal, utilizando escovas apropriadas para cães;
· Dietas com altos teores protéicos, que fermentam com facilidade na boca e estômago, liberando gases de amônia, indol, escatol e derivados de enxofre que serão expelidos por eructações (arrotos) com cheiro desagradável.

Para poupar o animal desse vexame, siga rigorosamente as recomendações de dosagens de consumo dos fabricantes (jamais forneça alimentos além da quantidade indicada) e fracione essa medida em várias e pequenas porções para facilitar a digestão e diminuir o volume de gás formado neste processo. Para cães adultos, dê a maior quantidade à noite;

Corpos estranhos fixados na cavidade bucal, faringe e cavidade nasal, que podem promover mau hálito pela degradação do corpo estranho ou por contaminação e infecção dos tecidos afetados por ele. Evite ossos frágeis (frango, costelas, espinhas de peixe), objetos passíveis de má trituração (madeira, vidro, grandes fibras).

A localização e retirada de qualquer corpo estranho deverá ser feita com cuidado extremo para evitar maiores lesões nos tecidos, ou até que o animal acabe por engolir totalmente o objeto, o que só poderia ser resolvido por meio de cirurgia. Após a remoção é necessário realizar uma limpeza da região afetada e, em alguns casos, iniciar uma terapia com antibióticos.

Hálito bizarro


Outro motivo do odor forte:
. Coprofagia. Este termo médico denomina o mau hábito de alguns cães que ingerem fezes. Pode ocorrer por diversas razões, tais como carência de algum nutriente essencial na dieta, excesso de aromatizantes e palatabilizantes na matéria fecal (as fezes ficam com "gosto de ração"), doença orgânica (pancreatite, por exemplo) ou problemas relacionados com o confinamento (cães de apartamento presos em pequenas áreas, sozinhos diariamente por longos períodos, se distraem comendo "de tudo").

Nestes casos, troque a ração o mais rápido possível! Se puder, mude o cão de instalação, provendo-o de brinquedos como bolas e ossos. Na medida do possível, não deixe fezes ao alcance do cão. Em caso de insucesso das medidas acima, visite seu veterinário para exames clínicos e bioquímicos.

O mau hálito canino também pode estar relacionado com a existência de problemas graves de saúde. Eis alguns deles:
Megaesôfago, uma doença genética que determina aumento patológico do diâmetro do esófago, provocando parada do alimento, formação de gases e eliminação da comida por vômito poucos momentos após sua ingestão.

Animais com esse defeito anatômico devem ser alimentados em comedouros elevados;
· Doenças respiratórias, que determinam formação de catarro e necrose de tecidos respiratórios e anexos, provocando mau cheiro.

São produzidos por doenças virais bacterianas e fúngicas, muitas delas prevenidas por vacinações (contra cinomose, tosse dos canis, entre outras);
· Enfermidades sistêmicas como uremias (por doença renal) doenças hepáticas ou diabetes poderão também causar odor característico da doença, que desaparece após tratamento; · Tumores da cavidade bucal (gengiva, lábios) também determinam hálito forte e necessitam de tratamento médico especializado.

Fonte:
Dr.Regis Christiano Ribeiro -Nutrição Veterinária da Universidade Paulista

Mon Amour Megan