O QUE É O AGILITY


O Agility nasceu em 1978 na Inglaterra, como entretenimento para o público que visitava e assistia o CRUFTS DOG SHOW .
O intuito era distrair os visitantes nos momentos de tédio.
Baseado em provas hípicas, o Agility consiste em fazer o cão percorrer um circuito de obstáculos no menor tempo possível e com o menor número de faltas. O condutor não pode encostar no cão e não pode ter nada em sua mão. O cão, por sua vez, não pode estar preso à guia nem usar qualquer tipo de colar. Se as regras não forem seguidas, a dupla condutor/cão será desclassificada.
Até o momento da prova, a dupla não conhecerá o percurso, que será determinado momentos antes pelo juiz. O condutor fará um prévio reconhecimento do percurso antes da prova ser iniciada.
O Agility não é uma prova de velocidade, mas sim de habilidade. Por isso, as faltas nos obstáculos são mais importantes do que as faltas de tempo.
O Agility, como esporte, além de nos deixar em forma juntamente com nosso fiel companheiro, ajuda a fazer novos amigos e age como uma terapia anti-stress. É realmente relaxante e prazeroso praticar o Agility.
O Agility pode ser praticado por qualquer tipo de cão, não importando o tamanho, raça e se possui ou não pedigree. É um esporte para todos!!!


E o shih tzu pode???
Exemplares da raça shi tzu se cansam com facilidade, sua respiração não é das melhores e o dono deve poupá-lo de grandes atividades físicas. Nos Estados Unidos há ShihTzus que praticam agility, mas não é considerada uma raça apropriada para esportes. Daí ser um excelente companheiro para passatempos tranqüilos como assistir TV?( hahahaha), prefere passar a maior parte de seu dia sossegado, no colo, no máximo uma caminhada de 10 minutinhos...


Para quem quer saber mais: http://www.agilitybr.com.br/

Viajando com seu cão de carro


Viaje bem equipado. A tendência natural dos cães é aborrecerem-se nas viagens longas. E um cão aborrecido pode comportar-se igual a uma criança, começando por fazer barulho, mexer-se impacientemente, etc. no entanto se o cão for bem comportado em casa também o será no carro. Para evitar qualquer problema sempre que viajar de carro leve alguns acessórios que podem ajudar a viagem a correr melhor.

Comida
Leve a comida preferida do cão, apesar de para as pessoas as viagens serem uma boa oportunidade para conhecer pratos novos e novos sabores, o cão não aprecia assim tanto a mudança, e já lhe basta as alterações de rotina que a viagem acarreta.

Água
Tenha sempre água disponível a qualquer altura, pois é possível que com a exitação da viagem e o calor, o animal tenha tendência a beber mais água. Pode ou não levar água de casa. Não há um consenso entre os médicos veterinários sobre se uma alteração pode ou não provocar problemas de diarreia.

Brinquedos
Leve também consigo cubos de gelo sempre que lhe seja possível. Lamber gelo é o suficiente para o animal acalmar a sua sede sem ser necessário sair do carro. Leve também os primeiros brinquedos preferidos de seu cão, especialmente se for um animal jovem. Coloque a sua manta favorita no assento ou no fundo da caixa transportadora. Isso irá fazer com que se sinta mais confortável.

Quando parar
Um cachorro até aos 8 meses necessita de sair do carro de duas em duas horas no máximo. Os cães adultos conseguem aguentar cerca de três a quatro horas. Mas isso pode depender do animal. Deixe o cão sair do carro de cada vez que parar; se estiver dormindo, quando resolver parar o carro acorde-o. Pare com frequência para que o cão possa fazer as suas necessidades. Devido aos nervos e ao movimento do carro o cão poderá sentir mais necessidade do que num dia normal.

O que nunca deve fazer
Não deixe o seu cão dentro do carro quando está muito calor. Se puder, não a deixe nunca.Não grite ou insista demais para que fique sossegado, pois só conseguirá que fique mais nervoso.Não deixe que o cão leve a cabeça de fora da janela, apesar de eles adorarem, é perigoso e pode originar problemas de ouvidos e olhos.( principalmente nos shih tzu que tem os olhos frágeis)Não leve a janela do carro completamente fechada, deixe sempre um pouco aberto, ajuda a controlar os enjoos.
O local indicado para um cão viajar num carro é a parte de trás. Existem ainda caixas transportadoras ou então cintos de segurança.
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O Cão e o Automóvel.


Descubra o que leva os cães a adorar ou a odiar os passeios de carro e entenda os motivos de alguns comportamentos exibidos por eles dentro dos veículos

Muitos cães andam de carro. Seja para ir a um parque ou a uma consulta veterinária, seja para acompanhar seus donos numa viagem. Neste artigo, procuro desvendar alguns mitos relacionados com os cães que “passeiam” de carro e dar dicas valiosas para os proprietários deles.

Seu cão é apaixonado por carro?
Para quem não conhece bem os cães, essa pergunta pode parecer um tanto esquisita. Mas o fato é que a grande maioria dos cães ama estar dentro de um carro! Não estranhe, portanto, se o seu cão tiver essa paixão ou se ele vier a desenvolvê-la. Existem vários motivos que podem levar um cão a adorar os passeios de automóvel.

Toca do grupo
Cães são animais sociais, que se sentem bem em grupo e que gostam de se abrigar em tocas. O carro, para os cães, é uma toca do grupo e estar dentro dela é uma garantia de fazer parte integrante desse grupo.

Toca que passeia
Além de o carro fazer o cão se sentir seguro e de proporcionar a ele a companhia do grupo do qual faz parte, ainda o leva para passear. Essa é uma combinação maravilhosa para os cães que querem estar perto das pessoas e, ao mesmo tempo, desejam se sentir protegidos em uma toca e dar uma voltinha. Se não bastasse, a toca ambulante pode levá-los para lugares legais como um parque, um sítio ou uma fazenda!

Nem todos gostam
Há uma pequena parcela de cães que não gosta de passear de carro. Isso acontece quando o automóvel é associado a coisas ruins, principalmente a medo e a enjôo.

Alguns cães com medo de carro o vêem como uma toca que passeia ao lado de outros carros e caminhões. Um cenário que pode ser assustador! Para piorar, a toca ainda pode levar o cão até uma consulta veterinária, que para ele não é nada prazerosa (e alguns cães só são postos no carro para serem levados para esse tipo de destino).

Quanto a sentir enjôo - sensação extremamente desagradável produzida em alguns cães pelo balanço e movimento do carro -, é fácil entender que uma associação negativa tende a aparecer com o tempo. Quando isso acontece, o cão pode começar a sentir enjôo somente por entrar no automóvel, antes mesmo de o motor ser ligado.

Aumento da agressividade
Muitos cães, até mesmo alguns bastante dóceis, em determinados momentos manifestam agressividade quando estão dentro do carro. Isso ocorre porque os cães tendem a ficar mais agressivos se houver algo muito valioso para defenderem e, se ao mesmo tempo, se sentirem seguros. É provável que existam poucas coisas que sejam mais importantes para um cão proteger do que a “toca móvel” dele. E estar nela, juntamente com o grupo, protegido por janelas resulta numa enorme sensação de segurança.

Normalmente, a agressividade se manifesta quando alguma pessoa se aproxima do carro. Mas também pode ocorrer se alguém tenta tirar o cão desse espaço tão precioso para ele. Nesses momentos, o próprio dono corre risco de ser mordido.

Assento nobre
Em geral, quando o cão é deixado sozinho no carro por algum tempo, às vezes por menos de 5 minutos, elege o banco do motorista como o lugar predileto para se sentar ou deitar. Isso acontece porque o local é percebido como o mais disputado do carro, aquele que nunca fica vago. Entre os assentos do veículo, é também o que mais tem cheiro das pessoas preferidas pelo cão, odor que o ajuda a relaxar enquanto fica sozinho.

Perigos
Tudo na vida tem um lado positivo e outro negativo. O mesmo se aplica à combinação de cães com automóveis. Levar o seu cão para passear de carro é ótimo, mas é importante ter consciência dos riscos envolvidos e fazer de tudo para evitar que ocorram acidentes. Afinal, estão em jogo a vida do cão, do dono e de outras pessoas. Alguns acidentes mais comuns relacionados com a presença canina em automóvel são: cão com insolação por ter sido deixado em carro fechado sob sol forte; cão que pulou pela janela; cão que atacou transeunte; e, ainda, motorista que bateu o carro porque o cão atrapalhou.

É sobre como prevenir e evitar acidentes que irei escrever a minha próxima coluna. Darei também dicas de como fazer o cão gostar de carro, quando não gosta, e de como ensiná-lo a nunca sair do carro sem permissão nem saltar pela janela.

Fonte:Revista Cães & Cia, n. 349, junho de 2008
Alexandre Rossi é zootecnista, especialista em comportamento de animais e autor dos livros Adestramento Inteligente e Os segredos dos gatos.

Continue lendo: Cão e automóvel - parte II.

Veja as dicas de como tornar mais agradáveis e seguros os passeios de carro, tanto para você quanto para seu cão, em continuação ao artigo da edição passada que explicava o porquê de os cães adorarem ou odiarem esses passeios

Deixar o cão sozinho no carro, seja para pagar uma conta no banco, seja para dormir num hotel, é uma prática criticada por muitos. Mas é extremamente comum na vida das pessoas. Principalmente daquelas acostumadas a passar muito tempo com seus animais e a viajar com eles. Nessas ocasiões, acidentes podem acontecer. Para evitá-los, é importante conhecer os riscos mais freqüentes, independentemente de o cão gostar ou não de passear de automóvel.

Efeito estufa
Quando o carro é deixado sob o sol, mesmo que por pouco tempo, transforma-se numa verdadeira estufa ou sauna. Por isso, são comuns os casos de cães que morrem por hipertermia (calor excessivo) depois de terem sido trancados num automóvel estacionado sob sol. Jamais deixe o seu cão num carro fechado quando houver a possibilidade de o sol incidir sobre o automóvel. Lembre-se: um dia chuvoso pode virar um dia ensolarado em pouco tempo e as sombras mudam de lugar à medida que muda a posição do sol.

Apesar de a maioria das pessoas ficar apreensiva com a possibilidade de faltar ar para o cão dentro do carro, isso é dificílimo de acontecer. A vedação dos automóveis não é tão boa a ponto de não permitir nenhuma troca de ar. Além disso, basta uma frestinha minúscula na janela para impedir que o problema aconteça.

Outro mito é que o carro fechado se esquenta sozinho, até a temperatura ficar insuportável em seu interior. O fato é que, se o carro estiver em lugar escuro, a temperatura interior será semelhante à exterior. Com a presença do cão, a temperatura interior tende a ficar um pouco mais alta já que o organismo produz calor. Mas o problema só se agrava se o carro for muito pequeno ou se as janelas estiverem completamente fechadas ou, ainda, se houver vários cães dentro.

Guia e enforcador
Um cão não deve ser deixado sem supervisão quando estiver com guia ou enforcador, acessórios que podem enroscar em algo e enforcá-lo, ou quando se encontrar em situação desconfortável, que possa causar desespero, levando-o a se machucar. Esses tipos de acidente têm maior chance de acontecer no carro. Um cão sem supervisão pode pular de um lado para outro e facilmente se enroscar. Se for preciso deixar o animal sozinho no carro, mesmo que por pouco tempo, deve-se tirar antes o enforcador ou a guia dele. Quanto á coleira, recomendo que seja deixada sempre no cão e que contenha o nome dele e o telefone do dono.


Carro em movimento
Procure imaginar os piores cenários e prepare-se para eles. Assim, caso ocorram, você estará em situação privilegiada, que lhe permitirá agir com muito mais calma e segurança. Lembre-se de que diversas vidas poderão estar em jogo com o carro em movimento. Incluindo a sua e a do seu cão. A melhor maneira de evitar acidente é deixar o cão contido, de modo que não possa circular de um lado para outro no interior do veículo. Levá-lo dentro de uma caixa de transporte ou preso em um cinto de segurança próprio para cães são ótimas maneiras de transportá-lo. Caso o cão esteja com guia, certifique-se de que ele não consegue ir para o banco da frente nem pular a janela ou ter acesso a qualquer coisa perigosa.

Cão sob o pedal do freio ou em cima do freio de mão: uma fração de segundo pode ser preciosa durante uma situação de risco de acidente. Se não houver tempo para tirar o cão do colo ou para evitar que entre em baixo dos pedais, por exemplo, o resultado pode ser desastroso. Grande parte dos acidentes ocorre porque o motorista fica impedido de usar imediatamente o freio do carro.

Cão histérico ou que ataca transeuntes: o cão que late e pula de um banco para outro tira facilmente a concentração do motorista. Isso, obviamente, aumenta a chance de acidente. Alguns cães tentam atacar qualquer pessoa que chega perto do carro. Infelizmente, o ataque não ocorre só contra o ladrão que quer invadir o carro e dominar o motorista. Ocorre também contra crianças pedindo dinheiro no farol e contra um amigo que se aproxima para cumprimentar você, por exemplo.

Cão que pula pela janela: diante de um estímulo irresistível, o cão pode resolver pular pela janela do carro. Não é preciso dizer que esse comportamento é extremamente perigoso. Principalmente se o carro estiver em movimento ou em lugar bastante movimentado. Por isso, nunca deixe o cão saltar pela janela do carro, mesmo que o automóvel esteja dentro de um parque ou em situação totalmente segura. Pular pela janela é um hábito demasiadamente perigoso e deve ser totalmente inibido.

Fonte:Revista Cães & Cia, n. 350, julho de 2008

Prognatismo No Shih Tzu

Antes de mais nada:

O Shih-Tzu é uma raça prognata!

Prognatismo - hipertrofia da mandíbula para a frente, provocando o desencaixe da arcada superior com a inferior.
pro (grego) significa ‘movimento para a frente, e gnatismo, significa ‘queixo, ‘mandíbula.


Desde que seu prognatismo não seja aparente qdo a boca estivar fechada, o Prognatismo esta dentro do padrão.
O prognatismo sempre tende ao aumento. Até um ano de idade seu cão esta em formação, sendo assim vc notará q vai ter um aumento de prognatismo. Mas ñ se preocupe se o grau de prognatismo aos 60 dias for minimo é provavel q ele ficará lindo com seus dentinhos dentro da boca fechada (hehe). O estranho é alguem ou algum criador dizer q um shih tzu jamais será um cão prognata!!! Isso influencia muito pelo fato de ter o focinho muito curto... Todas as raças com focinho curto tem prognatismo.
Isso não vai afetar na saude do seu filhote (a não ser q seja muito prognata). o prognatismo normal é de menos de um dedo...

Já ouvi falar de pessoas que compraram um shih tzu e queriam devolver porque o cão veio com a "boca torta!" ou com "defeito"...peloamordedeus...Isso é absolutamente normal nas raças de focinho curto....

Antes de comprar saiba todos os detalhes do cão, estude bem para não pagar "mico".

O que realmente não pode no shih tzu é um prognatismo tão grande que apareça com a boca fechada ou a lingua chega a ficar pra fora....Isso realmente é genético e não é aceito nas exposições pq está completamente fora do padrão normal da raça....


Então curta ele ao maximo, pois não a nada melhor do q uma companhia de um cãozinho.

Socialização e Habituação em Filhotes


COISAS QUE PODEM SER FEITAS EM CASA:

VISITAS: acostume seu filhote ao maior número de visitas possíveis, de ambos os sexos e de todas as idades. Isto irá desenvolver uma experiência social e ajudar a manter o comportamento territorial em níveis mais flexíveis quando o filhote crescer. Oriente seus visitantes a dizer apenas "olá" para o filhote, tentando deixá-lo o mais calmo possível e desencorajando as reações excessivamente entusiasmadas. Isto irá ajudá-lo a ser mais tranquilo nos contatos futuros.

CRIANÇAS: acostume seu filhote a ser carregado no colo por crianças, as de sua casa e visitantes, mas não deixe que elas o tratem como um "brinquedo". Fique atento e supervisione estes contatos. Se você não tem crianças em casa, arranje um jeito com amigos seus que as tenham. Assim, no futuro, quando você for ter a sua família, seu cão já vai estar preparado para essa convivência.

ALIMENTAÇÃO: acostume seu filhote a ser alimentado por você e por todos da sua família, adicionando a comida enquanto ele está comendo. Isto mostra que você não é um rival e previne reações agressivas por defesa de comida no futuro. Nunca tire a comida de perto dele, apenas a acrescente. Assim, ele não desenvolverá comportamento defensivo mais tarde.

ESCOVAÇÃO E HIGIENE: escove seus pêlos diariamente, mesmo que talvez nem seja necessário. Esta é uma boa maneira de acostumá-lo a ser manuseado e irá prevenir o desenvolvimento de comportamento de dominância. Mantenha-o calmo, converse com ele mas não desista se ele se mostrar resistente. Limpe também suas orelhas toda semana.

O EXAME DO VETERINÁRIO: diariamente examine os olhos, orelhas, dentes, dedos e patas do seu filhote, checando também abaixo do rabo. Quando notar que ele está feliz e tranquilo com isto, coloque outras pessoas para fazer esta inspeção física. A intenção deste procedimento é acostumar o seu filhote para os exames que o seu veterinário irá realizar nele, já pensando também nas primeiras doses de vacinas que ele irá receber. Esta experiência não deve ser traumática, por isso é importante prepará-lo para este dia.

SONS E RUÍDOS DOMÉSTICOS: exponha seu filhote a estímulos domésticos como aspirador de pó, secador de cabelo, televisão, som etc, mas não o assuste. O filhote deve se acostumar a estes estímulos gradativamente, sem stress. Vá com calma!

O CARTEIRO E OUTROS: carregue seu filhote e faça-o se encontrar com estas pessoas o mais frequente possível. Se o seu filhote puder conhecer estas pessoas e apreender a gostar delas, principalmente se ele aprender que estas pessoas não vão fugir se ele latir, será mais difícil para o cão manifestar agressão territorial contra estes trabalhadores no futuro. Afinal, estas pessoas merecem respeito!

GATOS: se você já tem um gato, apresente-o a seu filhote. Mantenha-o sob seu controle e o recompense se ele se comportar bem. Fique atento pois, se o gato se assustar, poderá arranhar o filhote por defesa. Se necessário, promova estes contatos de forma gradual, mantendo o gato em uma caixa de transporte para que aos poucos ambos se acostumem com a presença do outro. Eles irão aprender a conviver em harmonia.

OUTROS CÃES EM CASA: se você já tem outro cão, apresente o filhote a ele numa área de lazer. O contato inicial deve partir do outro cão e os dois devem achar seu próprio nível de convivência, sem muita interferência sua. Apenas observe como eles se relacionam.

PREVENINDO MORDIDAS DE BRINCADEIRA: numa ninhada, os filhotes brincam mordendo-se uns aos outros nas orelhas, rabos etc. Isto é saudável! Mas, na medida em que crescem se tornam mais intolerantes, especialmente quando os dentes estão mais afiados. Aos 18 meses, os filhotes aprendem que "montar" e "morder por brincdeira" é um tabu e reprimem estas atitudes especialmente se as regras forem transgredidas. Quando um filhote é introduzido em uma família, este aprendizado é normalmente incompleto. Então, é esta família que deve mostrar ao filhote quais são as novas regras para as brincadeiras. Mostre a ele que você não quer ser mordido !!

COISAS PARA FAZER FORA DE CASA:
Vá a vários ambientes onde você possa ajudar seu filhote a se tornar "à prova de bomba". Comece por locais calmos e gradualmente ache outros mais movimentados.
NA RUA: exponha seu filhote ao som do trânsito e do movimento das pessoas. Comece com ruas calmas e gradualmente vá para outras mais agitadas.
ÀREAS PÚBLICAS: bons locais são as praças cheias de crianças. No início, evite que ele seja assediado por grande número de crianças mas permita que algumas possam brincar com ele. É muito importante que ele esteja em dia com as vacinas e converse com seu veterinário sobre estes contatos .
Não permita que as crianças o excitem demais, o que poderá trazer um stress desnecessário a ele.
NO CARRO: pequenas viagens de carro irão acostumá-lo a isso e previne os futuros " mal-estar". Nunca o deixe sentar no banco da frente e nem no colo de alguém. O ideal é deixá-lo onde deverá ficar quando for adulto.

SOCIALIZAÇÃO COM OUTROS CÃES: quando um filhote é separado de sua mãe e irmãos de ninhada aos 45 dias de vida, pode ser a época ideal para a socialização com pessoas, mas, sem dúvida, a socialização com outros cães estará prejudicada. É através do contato com outros de sua própria espécie que o filhote irá aprender padrões de comportamento social e de comunicação essenciais para seus futuros relacionamentos. Portanto, não o solte perto de outros cães estranhos! A comunicação entre eles poderá ser pobre e resultar em atitudes agressivas por parte dos outros cães. Seu filhote poderá ter uma experiência ruim e aprenderá a ser agressivo com outros animais.
O ideal é organizar encontros coletivos entre filhotes da mesma idade.

O QUE FAZER SE O FILHOTE PARECE MEDROSO?
Não exagere na suas reações em relação ao comportamento dele. Mostre-se seguro, como se tivesse que dar um bom exemplo a ele. Se você tentar forçá-lo, poderá aumentar seu medo pois ele irá associar o medo a você à tal situação que o assusta. Seja companheiro dele!
Não o pressione aproximando-o da tal coisa que o assusta. Assim você despertará ainda mais a atenção dele sobre isso. Aja com naturalidade, ignorando o objeto ou o quer que seja o motivo do medo dele.
Exponha-o aos mais variados tipos de estímulos que o assustam, com frequência, mas de maneira gradual. Inicialmente à distância, diminuindo a intensidade do estímulo para que ele possa se acostumar aos poucos. Na medida que ele progride, vá aumentando o estímulo.
Proteja-o e dê seu carinho sempre que ele se mostrar assustado. Não o censure ! Não o critique perto de outras pessoas ! Nunca o chame de medroso ! Apenas ajude-o a vencer mais esta batalha!!

O Cio, A Gestação e O Parto



Sob a palavra "Cio" entende-se vulgarmente o acordar do instinto sexual da cadela e, combinada com ele, a disposição dela em aceitar o macho para acasalamento, o que acontece em geral duas vezes por ano, ao contrário do reprodutor que pode ser usado para coberturar durante o ano todo.
Sabemos que a cadela tem seu primeiro cio com mais ou menos 8-9 meses de idade. É enfaticamente desaconselhado o acasalamento nessa idade, pois esta cobertura traria grande prejuízo ao desenvolvimento físico do animal.

Aconselhamos cruzar no 2º cio. Geralmente pode-se afirmar que a maturidade começa tanto mais tarde quanto maior é o animal, E para mencionar desde logo o outro extremo: uma cadela já idosa deve ser coberta pela primeira vez? É uma questão que surge com certa freqüência e em todo caso é aconselhável apresentar a fêmea ao veterinário e ouvir a opinião dele, pois a compacta consistência da bacia, dos tendões e das ligações ósseas de certos animais nessa idade pode dificultar o normal nascimento de filhotes, com a conseqüência de sérias complicações também para a cadela-mãe. De qualquer forma, estas cadelas devem movimentar-se bastante e não receber alimentação farta e forte demais durante a gestação.
Muitas vezes acontece que a cadela ataca ou recusa o reprodutor na hora do acasalamento, Não raro cabe ao proprietário da fêmea a culpa, por ter se enganado a contagem da entrada no cio, que se revela por uma perda de sangue. Mas não é tão fácil, como muitos pensam, determinar essa entrada com exatidão, pois o primeiro sinal pode ser tão insignificante que escapará à nossa vista, sobretudo porque muitas fêmeas costumam lamber essas gotas. Existe porém, um "jeito" bastante simples para determinar direitinho o início do cio.

Um pouco antes de seis meses, quando calcula que vai começar o novo cio, deixe a cadela dormir em cima de um pano branco, que deverá ser controlado toda manhã. Nele se notarão gotas de sangue que ela perde e que não pode lamber porque penetram no tecido, desta maneira, sabe-se exatamente o começo do cio. Contam-se então mais 10 ou 11 dias e tem início o período em que a maioria das cadelas aceita voluntariamente o macho: o corrimento sanguíneo começou a tornar-se esbranquiçado.
Mais ainda do que nos primeiros 8 dias, o criador agora tem absoluta necessidade de manter a fêmea isolada de qualquer contato com os machos, não lhe dando nenhuma possibilidade de escapar. Esta cautela deve ser tomada com o mesmo cuidado depois da cobertura realizada com o reprodutor escolhido, pois, durante todo o período do cio, os óvulos, aptos a serem fecundados, cão amadurecendo consecutivamente, podendo a cadela ser coberta por outros machos praricamente do primeniro ao último dia do período, que dizer, tantas vezes quantas ela tem ocasião de ficar perto de um cão.
O ideal é a fertilização no 11o. dia (momento em que 50% dos óvulos são liberados pelos ovários). O acasalamento pode ser repetido no dia seguinte.
Não existem nenhuma restrição quanto aos banhos neste período.
Cadelas que não tenham entrado no cio já com mais de 1 ano, é bem provavel que seja um caso de hypoestrinismo, o qual resulta na falta parcial ou completa de secreção ovariana. Nestes casos os períodos não aparecem. Contudo, não existe razão para se considerar a saúde da cadela afetada somente por isso. Nenhum tratamento é necessário, a não ser que há interesse em utilizá-la para reprodução.

Não se esqueça de vermifugar a cadela 45 dias após a cobertura.
Pode ser também que a cadela manifeste o que denominamos "cio seco". Nestes casos a fêmea entra no cio sem manifestar qualquer sinal aparente. Se tiver contato com o macho, e o aceitar, poderá haver a concepção. Se não estiver junto ao macho, talvez nem seja percebido que a cadela esteja no cio. Um veterinário poderá aconselhar um tratamento de hormônios.
Certos criadores acham conveniente repetir o acasalamento para estarem seguros da fecundação, principalmente se a união não demorou o tempo necessário, que se pode prolongar, às vezes até 40 minutos. Todavia, não se deve deixar passar mais do que um dia entre as coberturas, a fim de evitar dificuldades no nascimento da ninhada, pois, devido ao tempo relativamente curto da gestação (mais ou menos 60 dias) é evidente que nem todos os embrioespoderão desenvolver-se com o mesmo vigor e tamanho se o intervalo entre duas uniões for maior do que 48 horas.

Cada dia de diferença se faz notar no parto e é comum acontecer que, ao lado de filhotes normais, surgem também natimortos ou incapazes de sobreviver - conseqüência de dois acasalamentos distanciados em excesso. Pode acontecer também um retardamento do ato de nascer, o que leva à morte os embriões da primeira cobertura. É claro que tudo isso também pões em perigo a vida ou, no mínimo a saúde da cadela-mãe.
A alimentação da cadela gestante tem de ser boa e variada. A melhor condição da fêmea deve ser obtida desde o dia da cobertura e conservar-se no decorrer dos próximos 2 meses.

Quando se aproxima a hora do parto, é aconselhavel não irritar o animal com constantes carícias ou demonstrar seu próprio nervosismo. O bom criador limita-se a observar de uma certa distância, (não junto ao leito da cadela), se a mesma encontra dificuldades, se lhe faltam forças, se abre logo as placentas, se corta os cordões umbilicais e começa a lamber os recém-nascidos.
Na grade maioria, tudo corre muito bem. Mas se o novato é propenso a revelar excitação, é melhor comunicar-se como o veterinário antes, para saber onde poderá encontrá-lo na "hora H".
É necessário que a cadela fique em supervisão nos últimos dias, a fim de evitar que dê cria em algum lugar escondido e não preparado por nós.
Para saber se a cadela está prestes a dar cria, procure saber a temperatura, ela começa a subir subtamente (em estado normal é de cerca de 38,5°) e cai nos últimos dias até quase 37°. Com o início dos impulsos, a temperatura começa a subir novamente.

Os preparativos da cadela se evidenciam por um comportamento diferente e inquieto. Ela procura cantos escuros, para os quais leva restos de tecidos, palha e outro material que nós, porém, devemos tirar quando o parto começa. Neste dia, ou ela não come nada ou muito pouco porque, por instinto, não quer sobrecarregar intestinos e bexiga. Um pouco antes das primeiras contrações, ela se mostra mais agitada ainda, tem forte respiração e a sua vulva aumenta consideravelmente.
O lugar mais adequado para o nascimento dos filhotes é aquele que proporcione sossego à cadela e não estiver exposto às correntes de ar. Não deve ficar distante da casa, caso surja algum imprevisto; convém aconstumá-la ao local 8 dias antes da cria.
É bom ter uma cama ou caixa num tamanho que permita à cadela esticar-se à vontade. Para uma ninhada de Boxer, nas 4 paredes laterais, numa distância de mais ou menos 10cm do chão, coloque uma ripa da mesma largura, para impedir o esmagamento dos filhotes quando a mãe os apertar, pois o espaço entre a ripa de cima e o chão servirá de abrigo aos filhotes.
Colocar um colchão no local onde a cadela provavelmente irá parir é perigoso. Os filhotes podem sufocar-se no enchimento do colchão, que a cadela rasga na sua inquietação e no esforço de fazer o ninho. O melhor, por possibilitar limpeza rápida e freqüente, é utilizar papel de jornal, que pode ser facilmente trocado a qualquer hora ou paninhos esterelizados.
Enquanto os olhos não se abrem, o que acontece em volta do décimo segundo dia, deve mantê-los na penumbra, Só gradualmente então, leve-os para o ar livre e, mais tarde, eles pode gozar a vontade o pleno sol, o que, aliás, é indispensável para eles.


Animais portadores de doenças transmissíveis geneticamente como displasia coxofemoral, ausência de um testículo (criptorquidismo), alergias graves, catarata precoce e epilepsia;animais com problemas cardíacos graves; fêmeas com excesso de peso; cães com doenças sexualmente transmissíveis como Tumor de Sticker e Brucelose.

Alergias

O QUE É ALERGIA?
Alergia é uma doença em que o sistema imunológico reage anormalmente à substâncias comuns, tais como: Pólen, fungos, bolores, ácaros, pó, certos alimentos e substâncias químicas. Todas as reações alérgicas são desagradáveis, algumas muito sérias e poucas são fatais. As substâncias que causam as alergias são chamadas de alérgenos. Uma reação alérgica pode ser causada através da inalação ou da ingestão de alérgenos, ou pode ser resultado de um contato direto com a substância ao qual o animal é sensível.

QUAIS SÃO OS SINAIS DAS ALERGIAS?
O sinal mais comum das alergias em animais de estimação, é a coceira constante, irritação na face e lambedura ou mordedura das patas e em várias partes do corpo. Os locais mais comuns dos sinais da alergia são: flanco, patas, face, ao redor dos olhos, boca, orelhas e áreas próximas a base da cauda. Em cães, as alergias são freqüentemente a causa primária de problemas de pele persistentes, embora seja importante notar que nem toda a coceira é devido a alergia. As doenças da tireóide, infecções de pele, pulgas e micoses podem causar sintomas semelhantes.

COMO OS CÃES ADQUIREM ALERGIAS
As alergias têm várias causas, sendo que algumas delas têm origem genética. Filhos de pais com problemas de alergias, têm grande probabilidade de desenvolver algum tipo de problema alérgico durante sua vida. Os sinais de alergia nos animais de estimação aparecem após o contato com determinados alérgenos por vários meses ou até após alguns anos. O típico animal alérgico inicia os sintomas lambendo ou mascando as patas. Alguns destes sintomas são tão brandos que nem são percebidos pelo proprietário. Com a exposição contínua destes alérgenos, o animal irá gradualmente aumentar a gravidade dos sintomas. Após algum tempo, estes sintomas podem evoluir para um coceira persistente em várias partes do corpo chegando a formar feridas que freqüentemente se contaminam.

QUANDO OCORREM AS CRISES DE ALERGIAS?
Os sintomas das alergias vão ocorrer sempre que o animal é exposto a uma concentração elevada de alérgenos aos quais ele é sensível. Os alérgenos mais comuns, tais como: pó caseiro, ácaros de pó, fungos e leveduras, vão produzir sinais de alergia durante todo o ano, enquanto que alergias a plantas que polinizam durante a primavera ou verão, irão ocasionar sintomas de alergia somente durante estas épocas do ano. Alergia a alimentos podem ocorrer a qualquer época do ano. Para se conseguir um bom diagnóstico das doenças alérgicas, é necessário uma combinação de fatores tais como: Histórico clínico, exame clínico, teste alérgico e diagnóstico apropriado das doenças de pele secundárias que quase sempre estão associadas às alergias.
AS ALERGIAS PODEM SER PREVENIDAS?
Desde que a grande maioria das doenças alérgicas é herdada, não existe nenhuma maneira de preveni-las. Existe um consenso que as alergias podem ser controladas, mas não prevenidas. O melhor controle é conseguido evitando-se o contado do animal com os alérgenos a que ele é sensível. Por exemplo: Se seu cão é alérgico a pulgas, é importante controlar infestações de pulgas. Alguns alérgenos tais como fungos, bolores, pó, ácaros e pólen são muito difíceis de se evitar. Sendo assim, é importante encontrar formas alternativas de tratamento para controlar as alergias.
COMO POSSO DIAGNOSTICAR AS CAUSAS DAS ALERGIAS NO MEU ANIMAL?
Após um exame clínico completo, seu Médico Veterinário irá coletar uma pequena amostra de sangue de seu animal e irá encaminhar ao Laboratório. A amostra de sangue será submetida a uma bateria de mais de 80 testes diferentes, verificando-se a sensibilidade para inúmeros agentes causadores das alérgicas, tais como: Pólen de árvores, plantas, gramas, ervas, arbustos, pó caseiro, fungos, bolores e alimentos. Este número de alérgenos testados corresponde a aproximadamente 90 % das substâncias mais importantes existentes no meio ambiente, que podem ser causadoras das alergias. Toda esta bateria de testes é realizada com alérgenos encontrados no Brasil.
COMO AS ALERGIAS SÃO TRATADAS?
Existem várias maneiras diferentes ou combinações de tratamentos para controlar os sintomas clínicos das alergias. Medicamentos a base de corticosteróides de curta ação são geralmente utilizados durante um pequeno período de tempo para aliviar os sintomas da alergia. Estes mesmos medicamentos quando utilizados por um tempo prolongado, podem causar sérios efeitos colaterais para a saúde de seu animal, diminuindo a qualidade e a duração da própria vida. Corticosteróides de longa ação(depósito) não devem ser utilizados. Nos animais com sinais severos de alergias, ou quando os sinais clínicos persistem durante todo o ano, tratamentos específicos das alergias tais como a Imunoterapia (injeções de alérgenos), devem ser utilizados. Seu Médico Veterinário irá discutir com você, as várias alternativas de tratamento baseado nas necessidades de seu cão.
QUAL A PROBABILIDADE DE SUCESSO NESTE TRATAMENTO?
O sucesso deste tratamento depende de diversos fatores incluindo o estado geral de saúde de seu animal, as causas e a severidade dos sintomas da alergia e a própria resposta do paciente aos tratamentos preconizados. As etapas para o sucesso no tratamento das alergias são:

1. Identificação dos alérgenos aos quais seu animal é sensível através dos testes alérgicos, seguidos pelo tratamento por Imunoterapia. 2. Tentar reduzir ao máximo a concentração dos alérgenos no ambiente através da limpeza constante. 3. Dar a medicação recomendada por seu Médico Veterinário para controlar os sintomas clínicos. 4. Acompanhamento freqüente por parte do Médico Veterinário responsável pelo caso clínico. A combinação destas terapias irá resultar no sucesso no tratamento e controle das alergias na grande maioria dos pacientes.

ALGUMAS SUGESTÕES DE CONTROLE AMBIENTAL
PÓ E ÁCAROS DE PÓ
Colocar uma capa plástica sobre a cama onde seu animal dorme. Lavar freqüentemente a cama com água quente(acima de 700C) Não deixe seu animal dormir em cima de madeira úmida ou mofada. Evite o contato com carpete ou tapetes. Limpe freqüentemente o local onde seu animal dorme.
FUNGOS E BOLORES
Evite deixar seu animal andar sobre gramados molhados, não tenha muitas plantas dentro de casa; evite deixar seu animal em locais úmidos dentro de casa tais como: banheiros ou lavanderia; utilize desumidificadores nos locais úmidos da casa. Seque bem seu animal após o banho.
PÓLEM
Evite campos gramados; mantenha a grama bem baixa; lave seu cão após o contato com gramas, ervas ou arbustos; mantenha seu cão dentro de casa durante o anoitecer e amanhecer; nas estações de polinização( primavera).


O cão e a chegada do bebê


O seu cão é o rei da casa, cercado de mimos por todos os lados, e então você engravida e claro, muitas coisas para resolver, como um novo quarto na casa, preparar enxoval.
Normal... para nós! Seu cão não faz a menor idéia de porque perdeu algumas regalias e porque você não tem mais tanto tempo para ficar com ele.
Ao passar do status de astro da casa, para mero coadjuvante ou pior... elenco de apoio, o cão passará a apresentar um comportamento anormal. Alguns deixam de comer se tornando apáticos e tristes. Outros se tornam intolerantes e rabugentos, ou somem escondendo-se em algum lugar da casa. Ainda tem aqueles que apresentam comportamento de filhote e outros defecam e urinam nos locais mais inadequados, como por exemplo, seu tapete preferido ou no seu quarto. Tudo para chamar a sua atenção...
Afinal, o que fazer para driblar o “ciúme” do pet quando chega o bebê?É importantíssimo preparar a rotina da casa, ou seja, as adaptações necessárias devem ser feitas com antecedência, para que o cão não sinta a mudança brusca, e não fique em segundo plano.Toda mudança prevista para depois do parto, seja na estrutura ou rotina da casa, deve ser introduzida aos poucos para o animal não associá-las com a chegada do bebê. Um truque interessante é levar peças de roupa do bebê para o cão cheirar.
Isso ajuda na adaptação. Da mesma forma, sons característicos do recém-nascido, como choro, podem ser gravados para o animal ouvir. Objetos do bebê, como brinquedos e os móveis, também devem ser colocados e apresentados antes da sua chegada.
É recomendável que a mãe não entre em casa com o neném no colo, para o animal não associar a ausência da dona à chegada da criança, assim como, evitar possíveis acidentes já que alguns cães têm o hábito de receber os donos aos pulos e fazendo “festinha”.
A forma de administrar o encontro é determinante para a boa socialização do cão com o bebê. Em casa, deve-se por o neném em contato com o cão para que se acostumem um com o outro. O cão sentirá curiosidade natural sobre o recém nascido. O dono então deve deixar o cão se aproximar, e com cuidado permitir que cheire a manta, os pezinhos, etc. Se o animal teve acesso às roupinhas do bebê antes da sua chegada, reconhecerá o cheiro.
É importante que seu cãozinho esteja saudável, com vermifugação e vacinação em dia, e por mais confiável, educado, bonzinho, treinado e obediente que ele seja, jamais deve ser deixado a sós com o bebê.Vale lembrar que esta mesma “disputa” do cão com o bebê pode ocorrer se o novo habitante da casa for outro animal de estimação.
Qualquer situação que altere a rotina do animal e que o leve a ter que dividir seu território e a atenção do dono, pode ter sérias conseqüências devido a brigas constantes.Enfim, agir com responsabilidade durante as “apresentações”, dando atenção a todos, não esquecendo de ninguém (mesmo que seja seu amigo canino). Afinal, amor e carinho são muito bons e tem pra todos da família!

Quem Manda Na Sua Casa???


A relação entre um cão e seu dono sempre funciona da mesma forma: um manda e o outro obedece. A função de mandar cabe sempre ao líder.

Numa matilha sempre haverá um cão que mandará, aos outros caberá aceitar as decisões do líder e obedecer. Quando falamos de um cão e seu dono a relação se repete. Um cão mandar em seu dono é uma situação muito mais comum do que se imagina. Existem casos óbvios de cães que mandam em donos. Casos em que qualquer pessoa percebe. O dono dá alguma ordem, e o cão nem toma conhecimento. Normalmente estes cães são verdadeiras pragas, destrutivos, sem nenhum limite. O dono é incapaz de se impor.

Muitos donos, no entanto, são dominados por seus cães sem perceber. Normalmente são cães obedientes, bonzinhos, carinhosos, e muito malandros. Eles mandam nos donos de forma tão doce, que os donos nem percebem que estão sendo mandados...hehehe

Você sabe mesmo quem manda na sua relação com seu cachorro? Então vamos lá:


Veja as situações abaixo, e veja em quantas você já esteve...ou está. rs



  • O filhote passa sua primeira noite sozinho e chora sem parar. Você, com medo de incomodar os vizinhos, vai até onde ele está para acalmá-lo.

  • Você está comendo e seu filhote fica te pedindo comida: late; pula; tenta roubar a comida, etc. Você acaba se enchendo e dá logo alguma coisa, só para ele parar de te infernizar. ( olha o que foi falado no post anteior...)

  • Você não consegue fazer com que ele não pule em você, e nas visitas.Você vai passear com seu cachorro, e ele te puxa até que você vá para onde ele quer, na velocidade que ele quer. Seu cão vem te pedir carinho, mas não aceita que você esteja ocupado.

  • Ele fica insistindo, até que você dê atenção a ele.

  • Você chama, e ele não vem até voce.

  • Ele pega alguma coisa sua e sai correndo, certo de que você correrá atrás dele.

Ele adora esta brincadeira!
Se estas situações são comuns no convívio com seu cão, significa que ele é bem mais esperto do que você imaginava. Perceba que em todos os casos o que prevalece é a vontade do cão, não a do dono. Isto é liderança. Mas não se afobe! Isto tem cura! O que você deve fazer é ensinar o seu cão a obedecer, isto é: adestrá-lo.

O adestramento de um cão é exatamente isto: ensinar o cão a obedecer. A vontade do dono deve ser suprema. À primeira vista isto pode parecer muito autoritário, mas não é. Os cães funcionam desta forma há séculos.

Você pode adestrá-lo sozinho, existem livros que ensinam como você pode adestra-lo; ou pode procurar a ajuda de um profissional. O importante é você deixar claro para o seu cão que o líder é você. A primeira coisa que você deve fazer é deixar bem claro ao seu cão o que você GOSTA que ele faça, e o que você NÃO GOSTA. É bem simples: quando ele fizer algo que você gosta, elogie-o, faça carinho, dê um doguitos( pedacinho), etc... E quando o que ele estiver fazendo alguma coisa que você não queira, brigue com ele, dê uma bronca. Mas cuidado! Se ele estiver fazendo algo só para chamar sua atenção, uma bronca irá recompensa-lo, por que de uma forma ou de outra você está dando atenção a ele, que era o que ele queria. Quando você perceber que a situação é esta ignore-o. Nada é mais negativo para seu cão do que ser ignorado, logo ele mudará de atitude. Esta, aliás, é a melhor forma de evitar que seu cão pule em você.



  • Evitando os pulos Faça o seguinte: vá brincar com seu cão; estimule-o a pular em você (bata palmas, faça bagunça com ele, etc); no momento em que ele pular, vire imediatamente de costa para ele, olhe para cima, como se ele não estivesse lá. Ele ficará muito frustrado. Espere alguns segundos e repita o mesmo exercício. A idéia é que você brinque com ele até que ele pule, então você pára. Não vai demorar muito para ele perceber que o que faz você ignorá-lo é o pulo. Então ele irá experimentar não pular. Pronto! Você chegou onde queria! Faça muita festa!! Dê um biscoito (é sempre bom ter alguns à mão), ou mesmo dê um brinquedo pra ele. O importante aqui é que suas reações sejam imediatas. Deixe bem claro que o que você não gosta é do pulo, mas enquanto ele fica no chão a brincadeira não acaba.

Os cães costumam gostar de ser adestrados. Para ele é tudo uma brincadeira, e quando ele acerta, ganha um prêmio. E quando o prêmio é um elogio seu, ele ganha o dia.

Seu cão fará tudo para vê-lo feliz, desde que ele saiba o que te faz feliz.

É só você mostrar...
Foto: sim, é um shih tzu...rs

Pedir comida enquanto você está comendo...


Alimentar seu cão com comida preparada para "gente" é uma péssima idéia. Os cães possuem necessidades nutricionais diferentes das nossas e devem comer alimentos que não os prejudiquem.
Cães que pedem comida geralmente são aqueles que a recebem do seu dono enquanto eles comem,( pode ser até uma bolachinha agua e sal, já é suficiente) e logo aprendem que, se latirem ou ficarem pedindo de alguma outra forma , conseguirão mais um pedacinho. ( e para tirar esse hábito tem que ter muita, mas muita paciência...).


Nunca dê nada comestível para seu cão enquanto você estiver comendo e não permita que ninguem faça isso em sua casa, e dentro de poucos dias o seu cão deixará de implorar por comida durante as suas refeições.É importante que qualquer incômodo que seu cão cause nas horas da refeição seja totalmente ignorado e jamais recompensado.
É muito comum observar pessoas que estão tentando desacostumar o cachorro a comer "indevidamente" ficarem tão impacientes com o comportamento obssessivo do cão, que acabam lhe dando um pedacinho, só para que ele cale a boca.( eles vão chorar, vão miar, vão latir , mas você tem que ser mais forte que ele e não dar nada!). Não é preciso dizer que essas pessoas estão treinando o animal a se portar permanentemente de maneira errada.
E isso é muito chato porque vai alguma visita na sua casa jantar por exemplo e o seu cão está acostumado a pedir comida , ele não vai hesitar em pedir e pular na sua visita...


fonte: livro alexandre rossi

Os cuidados durante a compra de um cãozinho




Os cuidados durante a compra de um cãozinho são tão importantes quanto os que devem ser tomados antes de adquirí-lo.
Para não ser enganado ou correr o risco de perder seu filhotinho é importante não se equecer de:

1º Certificar-se das vacinas:
Uma das primeiras coisas que você deve procurar saber com o vendedor é se alguma dose das vacinas já foi aplicada. Em caso negativo, a primeira providência a ser tomada, é levá-lo o mais rápido possível, a um profissional especializado para que a vacina seja dada. É ela quem irá proteger seu cãozinho de contrair qualquer doença, a qual pode ser fatal em quando ele ainda é filhote. Além das vacinas é importante certificar-se se o vermífugo também dado ao cãozinho. Se não, é preciso comprar. Normalmente, ao comprar os cães, pelo menos a primeira dose da vacina já foi aplicada. Caso o vendedor diga que o cão já recebeu alguma das dosess necessárias, você deve exigir a cartela de vacinação do cão, a qual comprova de que de fato ele já foi vacinado. Em caso de dúvidas, é sempre bom vacinar o cão para não correr riscos de você perder seu animal recém adquirido.

2º Pedigree:
Se você deseja adquirir um cão com pedigree (registro) é aconselhável que você procure criadores em raças específicas. Assim, você garante que a documentação não seja falsificada. Se para você não é importante que o animal tenha pedrigree,( eu não vendo e não recomendo sem pedigree, o preço é o mesmo!) famosa frase : " O barato sai caro"recomendamos que compre o animal de pessoas conhecidas (em caso de problemas você consegue contactá-las!), em clínicas veterinárias ou em feiras de exposição. Obviamente, pode-se comprar o cãozinho em lugares por preços mais acessíveis que em clínicas ou em feiras, tomando o cuidado de pegar telefone de contato do vendedor e de assegurar quanto ao 1º item descrito anteriormente.

3º Aparência do cão: Da mesma forma quando se vai comprar uma verdura, é importante olhar a aparência do cão. Ele deve aparentar-se saudável e bem disposto... Comprar um animal que já está fraco e abatido não é bom sinal... Um bom para se comprar filhote deve ter boa saúde.

Cuidados em casa:
:: Ração: Comprar ração para filhotes ( pode ser a mesma que o criador usou ) e oferecer a quantidade recomendada pelo criador Alimentos de sal nem pensar!!! O cão deve ser ensinado desde filhote a se alimentar basicamente de ração seca.

:: Água:: Não deixe seu cãozinho nunca sem água. Mantenha uma vasilha com água fresca e limpa durante todo o tempo.

:: Brinquedinhos: Todos os filhotes gostam de brinquedos. Procure em um pet shop ou em lojas de casa de ração um brinquedinho para fazer companhia para seu cãozinho. Os mais comuns são bolinhas e ossinhos... ( vc pode ver no link " brinquedos para distração" e você encontra estes produtos dos mais variados preços. Basta procurar um pouco e você encontrará uns com preços bem acessíveis!

:: Passeios: Todos ficamos loucos para passear com o nosso filhote e exibí-lo a todos. Mas, antes de ter terminado as 3 doses da vacina, passeios nem pensar! Só se você carregá-lo o tempo todo no colo... deixá-lo no chão, cheirando daqui e dali, nem sonhe... isto é um prato cheio para ele contrair doenças. E se isto ocorrer o risco é grande porque ele ainda não estará 100% imune às doenças. Muito cuidado é pouco nesta hora.

:: Eduque-o! Não existe melhor fase para você educar seu cão enquanto ele estiver filhote. Aproveite e ensine-o onde ele deverá fazer as suas necessidades básicas, os limites que ele terá dentro de casa, se deve ou não latir... e outras graçinhas como sentar, dar as patinhas, deitar etc. Quanto mais tempo você demorar a ensiná-lo mais traumatico ficará o processo para você e para seu cãozinho.
E não se esqueça: Carinho é primordial!!! Dê bastante atenção para seu filhotinho e com certeza você terá um grande amigo, para pelo menos 15 anos.

O que você precisa saber antes de comprar um cão!


Pra quem sempre sonhou em ter um cão, não há hora melhor que o momento quando vai comprar seu o tão amado e desejado cãozinho. Contudo muitas pessoas não sabem quais os tipos de cuidados devem ser tomados antes de comprar o seu animalzinho e o acabam correndo o risco do sonho se transformar em um pesadelo ou frustacão. Por isso, estamos dando algumas dicas de alguns cuidados que você deve ter antes de sair para comprar seu cãozinho. Uma abordagem financeira.

Seguem algumas dicas para você que quer comprar seu amiguinho. Primeiro, antes de sair para comprar, você deve avaliar:

1º Amar cães: Você pode pensar que essa nossa primeira dica é a mais boba e que não tem sentido mas (afinal, quem irá comprar um cão sem gostar?). Mas, na realidade ela é a principal e muitas das vezes passa desapercebido pelas pessoas. Existem pessoas que quando vão adquirir um cãozinho, especialmente quando se trata de pais que vão comprar para os filhos ou namorado(a), não pensam se quem irá receber o cãozinho ama mesmo cães. Além disso, "amar" aqui, tem a conotação de "educar", ou seja, quando você for comprar seu cãozinho se pergunte se você será capaz de educá-lo. A idéia vem de: "quem ama, educa!

2º O cão deve combinar com você... e você com ele!: Assim como é importante que você ame cães, é fundamental que você conheça sobre a raça que irá adquirir. Antes de você sair correndo para comprá-lo, procure informações sobre as características do cão. Isto não é difícil! Atualmente na internet existem vários sites caninos que trazem este tipo de informação. Também existem revistas que são exclusivamente guias de raças (...) Ótimo!!! O cão combina com você e tem exatamente as características que você deseja mas, e você? Tem os requisitos para atender às necessidades dele? Ou seja, um fila não pode ser criado dentro de um apartamento, porque esta raça exige uma área grande para a criação ou, de forma similar, você não pode comprar um cão de companhia e querer que ele seja um cão de guarda. Então, é importante que você se informe se o cão que você está pensando em comprar atende às suas necessidades e se você tem as "ferramentas"; para suprir com as necessidades da raça.

3º Dinheiro: Quem deseja adquirir um cão não pode se esquecer que ter um cão irá acrescentar despesas. Mas você deve estar se perguntando, como assim? Vejamos: bom, tirando o custo que você terá ao comprá-lo, você terá que pagar :

Enquando filhote: vacinas (3 doses) + vermífugo ................... R$ 65,0 (em média/por vacina). ( Eu dou as duas doses da vacina, ou 3 dependendo  + vermífugo, pois entrego com 60 dias ou mais , antes disso impossivel.

Depois de adulto, o gasto anual é praticamente por conta das vacinas de reforço anual e ração::: Vacina óctupla (reforço anual)................................ R$ 60 (Clínicas Veterinárias)
:: Anti-rábica (raiva) ........................................ R$ 40,00 (clínica veterinária). Mas pode ser aplicada gratuitamente em campanhas de vacinação nacional promovida pelo Governo.

:: Ração:: O tanto que você gastará com a ração depende da raça que você for adquirir. Naturalmente, cães maiores comem mais; isto implica em maiores custos. Uma ração de boa qualidade, que garanta a saúde do seu cãozinho custa, em média, R$ 30 reais  o kilo.( A que usamos custa isso) Um shih tzu de 4kg , consome, em média, 3Kg/mês se for dada a medida de 100g ao dia. A nossa dica para reduzir os custos é comprar pacotes de 15 Kg ou 20kg que saem mais em conta.( bemmmm mais).
Ou seja, ter um cão gera despesas... e isto deve ser avaliado cuidadosamente antes de adquiri-lo para que depois, você não o abandone porque não consegue mantê-lo.

Mon Amour Megan